Corinthians empurrou R$ 74,88 milhões em calote de FGTS/PIS/INSS/IRRF para o próximo presidente

Em 19 de abril de 2022, o Corinthians fechou acordo de parcelamento com a CAIXA pelo calote de R$ 46.312.137,80 em FGTS de seus trabalhadores.
Foram anos apropriando-se, indevidamente, da quantia.
Serão 85 parcelas de R$ 544,8 mil.
Para não ser penalizado, talvez criminalmente, o clube se viu obrigado a renegociar também com a Receita Federal, em 13 de dezembro de 2022.
R$ 28,5 milhões em PIS/INSS/IRRF.
60 parcelas de R$ 475 mil.
Sobre ambos os acertos incidirão juros, o que ampliará a despesa.
Mais de R$ 1 milhão mensal por alguns anos.
Somente nestes acordos, a herança para o próximo presidente – as eleições ocorrerão ao final de 2023, seria de R$ 74,8 milhões.
O termo ‘seria’, no passado, é colocado porque, segundo fontes, além de atrasar o pagamentos destas readequações, o clube estaria aplicando novos calotes, ampliando a bola de neve com o Governo.
Sem contar as ações trabalhistas que obrigarão o Corinthians, a cada condenação, a quitar, muitas vezes à vista, parte das pendências que se comprometeu a pagar no longo prazo.
