Corinthians empurrou R$ 74,88 milhões em calote de FGTS/PIS/INSS/IRRF para o próximo presidente

Duílio do Bingo, Andres Sanches, Mario Gobbi e Roberto Andrade

Em 19 de abril de 2022, o Corinthians fechou acordo de parcelamento com a CAIXA pelo calote de R$ 46.312.137,80 em FGTS de seus trabalhadores.

Foram anos apropriando-se, indevidamente, da quantia.

Serão 85 parcelas de R$ 544,8 mil.

Para não ser penalizado, talvez criminalmente, o clube se viu obrigado a renegociar também com a Receita Federal, em 13 de dezembro de 2022.

R$ 28,5 milhões em PIS/INSS/IRRF.

60 parcelas de R$ 475 mil.

Sobre ambos os acertos incidirão juros, o que ampliará a despesa.

Mais de R$ 1 milhão mensal por alguns anos.

Somente nestes acordos, a herança para o próximo presidente – as eleições ocorrerão ao final de 2023, seria de R$ 74,8 milhões.

O termo ‘seria’, no passado, é colocado porque, segundo fontes, além de atrasar o pagamentos destas readequações, o clube estaria aplicando novos calotes, ampliando a bola de neve com o Governo.

Sem contar as ações trabalhistas que obrigarão o Corinthians, a cada condenação, a quitar, muitas vezes à vista, parte das pendências que se comprometeu a pagar no longo prazo.

Facebook Comments

Posts Similares

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.