Não espanta que Sheik seja acusado de lavar dinheiro

Emerson Sheik, novamente, está com problemas na Justiça sob acusação de ajudar a lavar dinheiro de banqueiro do Jogo de Bicho no Rio de Janeiro.
A situação é grave a ponto de obrigar o ex-atleta a se apresentar à Justiça a cada dois meses e ter seus bens e contas bloqueados.
Se desrespeitar a ordem, terá prisão decretada.
Não surpreende mais este enrosco de Sheik, que, no início de carreira, foi flagrado em falsidade ideológica; seu nome verdadeiro, em vez de Emerson, é Marcio Passos de Albuquerque.
Esta foi a razão do então atleta ter sido expulso do Qatar, quando, ao defender a seleção local, quase a eliminou, pela documentação fajuta, de uma Eliminatória de Copa do Mundo.
Sheik parece sempre circular por locais em que a ‘lavagem de dinheiro’ seria possível.
Tempos atrás, formalmente, foi acusado deste crime numa transação de veículos com outro bicheiro.
No período de Corinthians, juntou-se a Andres Sanches em sociedade às filiais do restaurante ‘Paris 6’, além de receber cargo na diretoria de futebol profissional do clube.
Com Duílio ‘do Bingo’, entre uma balada e outra, parece ter ajudado em ‘investimentos’ no exterior, embora o Presidente alvinegro esteja com contas e bens bloqueados há mais de uma década.
Diante de grande fortuna amealhada, e sempre ostentada, Sheik permanece sempre ligado à criminalidade, como se, mesmo sem necessidade financeira, precisasse, por razões ainda não reveladas, acolher esse tipo de gente.
