Fernando Lázaro sob ataque no Corinthians

Contrário ao sistema de rodízio de jogadores, o treinador do Corinthians, Fernando Lázaro, sob pressão de uma diretoria que precisa agradar intermediários de atletas, teve que mudar o comportamento.

Aos menos no que diz respeito aos estrangeiros.

Seis, dos cinco permitidos pela legislação, tem se revezado nas escalações da equipe.

Não se trata de critério técnico, mas de imposição.

Todos os negócios realizados pelo Corinthians no exterior, compra ou venda, são remunerados ao iraniano Kia Joorabchian, sócio notório do ex-presidente Andres Sanches, que manda em Duílio ‘do Bingo’.

É imperativo, para eles, que as ‘mercadorias’ permaneçam expostas na vitrine, ainda que a prejuízo técnico da equipe.

Lázaro, que precisa vencer o Paulistinha para permanecer no cargo – ou, ao menos, chegar na final, sabe que foi efetivado em ardil da diretoria para esquentar lugar para profissional mais alinhado com o submundo da bola, razão pela qual tem engolido sapos pelo caminho.

Somente a vitória e a impossibilidade, diante dela, de ser substituído, proporcionariam casca grossa para que, daí por diante, pudesse recusar pedidos dessa gente sem que o mercado lhe feche as portas em caso de demissão.

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