Irregularidades da ‘Lava-Jato’ livrarão Nuzman da prisão

Conluio formado por promotores e magistrados ligados à “Operação Lava-Jato’, que atropelou normas básicas do processo legal, entre as quais o direito ao juiz natural, livrará Carlos Arthur Nuzman, ex-presidente do COB, da possibilidade de prisão.
O cartola foi condenado a quase 31 anos sob acusação de intermediar propinas para compra de votos que resultaram na escolha do Brasil como sede das Olimpíadas 2016.
A sentença deverá ser anulada.
Este processo, assim como outros, alguns ligados a crimes cometidos por Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, foram retirados da guarda do juiz Marcelo Bretas, que atuava para favorecer os interesses ‘lavajatistas”.
Ou seja, a ação, assim que redistribuída, reiniciará da estaca zero, o que deverá favorecer Nuzman por conta do prazo previsto para prescrição.
