Neymar e Tarcísio foram com Bolsonaro até onde deu

No período de bonança, não são poucos os que se esforçam para fazer parte das ‘festividades’, mas quando na adversidade que a lealdade, realmente, é posta à prova.

Neymar e Tarcísio de Freitas não passaram no teste.

O craque brasileiro prometeu, antes das eleições, período em que fazia juras de amor ao Presidente, que seu primeiro gol na Copa 2022 seria comemorado, de maneira especial, em homenagem a Bolsonaro.

Ontem, ao concretizar a façanha, o camisa 10, com o Genocida alijado do poder, fingiu que não era com ele.

Agiu de maneira semelhante o Governador de São Paulo Tarcísio de Freitas.

Sabujo do bolsonarismo durante todo o período eleitoral, em sua mais recente entrevista, disse não ser ‘bolsonarista raiz’ e que o ex-presidente deveria ‘sair do casulo’ após a derrota para Lula.

Será que os fanáticos que o elegeram em São Paulo o fariam se soubessem da desvinculação ideológica?

Aos poucos, gente como Neymar e Tarcísio vão abandonando Bolsonaro porque não mais precisarão dele para resolução de problemas pessoais; no caso do jogador, o Fisco, no do político, as eleições.

“Fui com você até onde deu” é o lema da adesão flexível.

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