Estatuto aprovado pelo Santos retira o clube, parcialmente, da era das cavernas

Em Assembleia Geral, o Santos aprovou seu novo Estatuto, que retira o clube, parcialmente, da era das cavernas e sugere esperança de tempos melhores.
Foi importante a ratificação de mudanças para implementação da SAF.
Nos termos anteriores, o Peixe seguiria gerido de maneira varzeana, obrigado a disputar partidas na decrépita Vila Belmiro e a acolher interesse de conselheiros ligados à criminalidade, alguns deles até policiais.
Até por conta disso, a redução do número de conselheiros efetivos também foi aprovada, assim como as dos que serão eleitos nos anos seguintes.
Centenas de pessoas ocupando estes cargos serve apenas para garantir a energúmenos posição de destaque, e algum poder, que jamais conseguiriam na vida privada.
Raros são os conselheiros que, efetivamente, podem contribuir para a boa gestão de qualquer agremiação.
A diminuição de membros do Conselho Gestor segue a mesma toada e foi, por óbvio, uma escolha correta.
Que os anos posteriores do Peixe, a partir destas alterações, ainda insuficientes, possam ser tão promissores quanto os raios que, frequentemente, caem nas categorias de base do clube.
