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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Só tem o direito de criticar aquele que pretende ajudar”

Abraham Lincoln: foi presidente dos Estados Unidos da América. Decretou a emancipação dos escravos. Foi considerado um dos inspiradores da moderna democracia tornou-se uma das maiores figuras da história americana. Defendia a causa dos pobres e humildes

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Quadragésimo aniversário da Carta Sindical que oficializou o SAFESP

Completado no dia 09/04/2021 me fez reportar o significativo contribuir do advogado, jornalista esportivo, Diretor do Departamento de Árbitros da Federação Paulista de Futebol, vereador e deputado estadual Ari Silva que atendendo ao pedido do amigo José Astolfi e primeiro presidente do sindicato,

Pelejou

Intensa e ininterruptamente para os Árbitros de Futebol Estado de São Paulo conquistarem a desejada Carta Sindical.

Observação

Da junção APAFESP/APAFUPE nasceu o SAFESP; dai em diante teve inicio a caminhada politica/administrativa para reconhecimento da entidade que deveria representar a categoria como um todo.

Todavia

Durante este tempo imperou e impera a falta de idealidade e o desprezar da maioria para com a entidade e diretorias compostas por inscritos no conjunto de árbitros em atividade ou no grupo de funcionários da FPF que objetivaram e objetivam seus interesses,

Somado

Aos grupos de consortes que lhes puxavam e puxam o saco visando ser escalados e indicados para a CBF e,

Dai

Em diante encontrar padrinhos que os destinavam e destinam ao quadro FIFA.

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Reinicio

Da Serie A1 do Paulistão 2021 será na noite deste sábado 10/04, segundo novo protocolo os árbitros ficarão em sistema “Bolha”, ou seja, em isolamento controlado.

36 profissionais

Entre árbitros e assistentes ficarão hospedados em quartos individuais de um hotel localizado na Barra Funda; durante esse período de jogos e missão da conclusão do campeonato.

As

Equipes VAR irão atuar na central única no prédio da federação sem necessidade de se hospedarem.

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Copa Libertadores da América – Fase Classificatória

Terça Feira 06/04

San Lorenzo 1 x 3 Santos

Árbitro: Wilmar Roldán (FIFA-COL)

Item Técnico

Próximo do final da primeira o placar apontava 1 x 0, árbitro acertou marcando a falta penal cometida pelo goleiro do Devecchi no santista Marcos Leonardo;

Penalidade

Batida por Marinho, findada no fundo da rede, empatando o placar 1 x 1

Assistente 01

Foi corroborado pelo árbitro por ter balançado a bandeirinha apontando posição de impedimento do atacante da equipe argentina no lance findado com a redonda no fundo da rede praiana.

Item Disciplinar

Cartão amarelo: 01 para defensor da equipe mandante

Ao final o Santos venceu por 3 X 1.


Roberto Nunes Morgado

Roberto Nunes Morgado | TARDES DE PACAEMBU

Recentemente, o UOL publicou matéria contando que o árbitro Roberto Nunes Morgado teria sido abandonado quando próximo de sua morte.

Não é verdade.

A realidade foi contada, tempos atrás, no meu livro ‘A República do Apito’, nas páginas 141 até 147.

Quem quiser conferir, basta clicar no link abaixo:

A República do Apito – pags 141 a 147


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Política

Renúncia não é desonra

Na atual situação, não será considerada uma capitulação, mas um ato de grandeza

Em nossa História, alguns governantes renunciaram ao mandato: dom Pedro I, marechal Deodoro da Fonseca, Getúlio Vargas, Jânio Quadros e Fernando Collor de Mello. Renúncias voluntárias. Voluntariedade relativa. Em princípio, ninguém deixa o poder voluntariamente.

Circunstâncias imponderáveis conduzem a essa extrema decisão. Getúlio renunciou duas vezes. Em 1945 não tinha mais condições para governar, após exercer o poder por 15 anos. A ditadura não poderia continuar, pois tropas brasileiras haviam lutado na Itália pela restituição da liberdade e da democracia no mundo.

Sua segunda renúncia foi à vida, para não sofrer a humilhação da deposição.

Jânio Quadros queria o poder absoluto. Não conseguia se adaptar aos limites impostos pelos outros Poderes do Estado. Suas determinações, dentro de sua concepção autoritária, não poderiam passar por nenhum outro juízo de apreciação.

Sem maiores dificuldades, pode-se encontrar uma clara analogia entre as razões da renúncia janista e algumas manifestações do atual presidente e de seus seguidores, dirigidas contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal.

Ontem, como hoje, a repartição de Poderes se choca com o desejo de exercer o poder ilimitado.

Fernando Collor fez a opção, na tentativa de manter os seus direitos políticos. Foi em vão, pois os perdeu.

Dom Pedro I precisou voltar a Portugal, para combater seu irmão dom Miguel e entregar a coroa a sua filha dona Maria da Glória.

O marechal Deodoro, monarquista, proclamou a República e governou em circunstâncias reveladoras da sua limitada compreensão do que acontecia quando da proclamação, e de suas atribuições como presidente.

Atualmente, salta aos olhos a visão obscura e distorcida da realidade daqueles que nos governam, com foco exclusivo na imposição de sua vontade.

O autoritarismo sempre vem acompanhado por algumas máximas, que também revelam a aversão pela democracia. Assim, todo exercente do poder despótico afirma: quem governa sou eu, o meu exército, o meu país, eu tenho a caneta, eu tenho a chave, eu mando – e tantas outras expressões denotadoras de um espírito absolutista.

Floriano Peixoto, embora não tenha renunciado, era portador das mesmas tendências absolutistas. Certa feita, interpelado por assessores no sentido de que os ministros do Supremo Tribunal concederiam habeas corpus a oficiais investigados por terem participado da Revolta da Armada, perguntou aos seus interlocutores: “E quem irá conceder habeas para os ministros do Supremo?”. Um filme também visto nos nossos dias.

Todas essas reações provêm da impossibilidade de conciliação entre o pensamento individual elevado à categoria de verdade única e o pensamento discordante, que é sempre considerado falso e mendaz. Não admitir contrariedade, ter autoestima exacerbada e uma tendência para o antagonismo beligerante são marcas do antidemocrata de raiz.

Muito bem, na atualidade, a crise de saúde produz efeitos que se espalham e atingem outros setores da vida nacional: economia, relacionamento interpessoal, relações estrangeiras, esportes, higidez das instituições, paz social e tantas outras. Os problemas estão se avolumando, sem que tenhamos alguma resposta para sua solução ou contenção. A inação é quase absoluta. Salvo atos de solidariedade, a sociedade está perplexa e inerte.

A aquisição e aplicação de vacinas – aliás, as duas ações lentas e precárias – são os únicos atos oficiais praticados. Não há um plano, não há uma palavra de alento, não há um gesto de esperança.

Assiste-se, isso sim, à chocante e estúpida negação do problema sanitário. Ademais, o desprezo pelas mortes e, como consequência, o descaso pela vida, o desfilar de bravatas e fanfarrices ao agrado de uma plateia contaminada pelo ódio e pela intolerância, que perdeu o senso humanitário e a capacidade de crítica, provocam grande desalento e um justo desejo coletivo de uma mudança substancial.

A única reação meritória ao vírus está sendo adotada pelos heroicos gestores e operadores da saúde. Eles são dignos e merecedores da eterna gratidão do povo brasileiro. Que tenham forças para continuar a nos amparar.

Parece ser desnecessário julgar. Criticar não é preciso. Apontar os erros e os malfeitos é inócuo, pois já se concretizaram. A inimaginável catástrofe que se abate sobre nós fala por si. A falta de condução e de gerenciamento em todos os setores é flagrante e as consequências são eloquentes. A nau está sem rumo.

É preciso mudar. E mudar já. O avanço da pandemia e a derrocada da economia não serão estancados de pronto. Certeza de êxito com a mudança não se terá. Mas não há nenhuma possibilidade de haver uma situação pior.

É uma honra presidir o Brasil. Mas antecipar a saída da Presidência não constitui desonra. Em certas circunstâncias ao contrário, demonstra desprendimento, respeito pelo povo e amor ao Brasil.

Senhor presidente, em face da atual situação, a sua renúncia não será considerada uma capitulação, mas sim um ato de grandeza.

Antonio Cláudio Mariz de Oliveira: Advogado criminalista – Publicado no Estadão do dia 05/04/2021

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Finalizando

“Se não existisse a mentira, a política seria inviável”

Zatonio Lahud: Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-10/04/2021

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