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Coluna do Fiori

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FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Uma verdade quando dói é porque a profundidade alcançada pela agulha da honestidade atingiu o ponto inflamado da falsidade e da mentira”

Brocardo de: Jader Amadi

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Reitero pedido aos árbitros federados para se esforçar e se fazerem presentes no:

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Rememoro que a inativa diretoria do SAFESP presidida pelo juris171consulto

Dia

08/01/2023 completará o terceiro ano sem que os seus associados, somado aos não associados, exponham e cobrem,

A

Aguardada auditoria das administrações Arthur Alves Junior que tinha na condição de tesoureiro Carlos Donizete Pianosqui, com dever e obrigação de saber de todas as movimentações financeiras, ou seja: entrada, saída e respectivas documentações.

Compendiando

Desde meu tempo 90% dos árbitros CBF e federados, tem por objetivo garantir escalas e por elas frequentam os imundos bastidores, beijam mãos de dirigentes, procuram apadrinhamento de políticos, de componentes nos vários degraus da magistratura estadual e federal, do MP estadual e federal, empresários, jornalistas, e a quem entendem ter ligação com os bastidores do futebol.

Seguramente

O mesmo sucede na ANAF e entidades estaduais! Autocritica e faxina geral, lhufas.

Findando

Já estou com o saco cheio e materializando que: Tá tudo dominado.

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24ª Rodada da Série A do Brasileirão, Partida de ida Copa Libertadores 2022

Sábado 27/08

Palmeiras 1 x 1 Fluminense

Árbitro: Bráulio da Silva Machado (FIFA-SC)

VAR

Rodrigo D Alonso Ferreira (FIFA-SC)

Item Técnico

1ª – Sinalizou falta inexistente no lance normal entre Paulo Henrique Ganso com oponente Zé Rafael.

2ª – Não ter determinado falta claríssima de um palmeirense em cima do oponente Arias, fato que o impediu de prosseguir em direção à meta alviverde.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 defensores do Tricolor das Laranjeiras e 03 para Alviverdes

Segunda Feira 29/08

Corinthians 1 x 0 Red Bull  Bragantino

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

VAR

Thiago Duarte Peixoto (SP)

Item Técnico

Trabalho aceitável representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensores das respectivas equipes

Semifinal da Copa Libertadores 2022 – Partida de ida

Terça Feira 30/08

Atlético-PR 1 x 0 Palmeiras

Árbitro: Roberto Tobar (FIFA-CHI)

VAR

Juan Lara (FIFA-CHI)

Item Técnico

1º – Deixou de marcar falta no atleticano Hugo Moura (jogo seguiu) ao cair Hugo Moura com a mão direita mandou a bola pra distante num claro contestar ao árbitro que o advertiu com segundo amarelo, seguido do vermelho.

2º – Próximo do fim do jogo o palmeirense Dudu tentou cavar penalidade máxima, árbitro em cima do fato, corretamente: deixou jogo seguir.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: Para o atleticano Hugo Moura, idem aos palmeirenses Zé Rafael e Bruno Tabata.

Vermelho: Correto para Hugo Moura, idem para o Técnico Luiz Felipe Scolari depois de se irritar com o árbitro de maneira incontrolável, no momento da expulsão do seu comandado.


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Política

O eleitorado no pântano

 

Presidente e ex-presidente tentam se limpar, um na sujeira do outro

A resposta de Lula no Jornal Nacional sobre a compra de apoio parlamentar em seu governo, com R$ 101,6 milhões em dinheiro sujo, é ilustrativa da corrida eleitoral em que ex-presidente e presidente tentam se limpar um na sujeira do outro. “Você acha que o mensalão é mais grave que o orçamento secreto?”

Grave é que a corrupção tradicional ou institucionalizada tenha se tornado no Brasil uma questão relativa e comparativa, não absoluta e eliminatória. Do “rouba, mas faz” para a disputa de “quem rouba menos”, agravou-se de tal modo a transigência moral com a rapinagem dos cofres públicos que o resultado só pode ser o conformismo perverso do raciocínio “roubar, todos roubam, mas quem me representa?”.

Jair Bolsonaro deu discurso a Lula não apenas com ataques ao processo eleitoral e negacionismo da pandemia e da fome, mas também com o histórico familiar de funcionários fantasmas e a busca de evitar o impeachment com essa versão moderna de um mensalão pretensamente limpo – um esquema gestado no Palácio do Planalto, como revelou o Estadão, em que os recursos (R$ 72,9 bilhões, entre 2020 e 2023) saem direto do cofre da União para irrigar redutos indicados por parlamentares não identificados.

“Esse caminho de presidencialismo de coalização, de contemporização com o orçamento secreto, com roubalheira, transformou a Presidência da República em uma testa de ferro do pacto cleptocrata, fisiológico e clientelista que destruiu a vida brasileira”, disse Ciro Gomes, prometendo acabar com o esquema no primeiro dia de seu eventual governo. “Emendas de relator, tenha a santa paciência… Você simplesmente institucionalizou a roubalheira ou, na menor hipótese, a distribuição fisiológica clientelista de tostões prá cá e prá lá sem dar consistência nenhuma.”

Para Simone Tebet, “a partir do momento que a gente abre essas contas, a gente basicamente coloca os órgãos de fiscalização de controle”, como Ministério Público e Tribunal de Contas da União, para acompanhar a destinação das verbas “e o orçamento secreto acaba rapidinho”. A candidata explicou a terceirização do Executivo: “Por que o Congresso controla o Orçamento? Porque temos um governo que não planeja nada.”

Na verdade, temos em disputa um presidente que planeja exclusivamente permanecer no poder, distribuindo dinheiro dos outros sem equidade e transparência; e o dono do partido que planejava se perpetuar no poder com mensalão e petrolão. Eles só se limpam na sujeira um do outro, porque o eleitorado se diverte no pântano.

Felipe Moura Brasil: Jornalista e comentarista político – Publicado no Estadão do dia 29/08/2022

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Finalizando

“A corrupção política é apenas uma consequência das escolhas do povo”

Reflexão de: Laércio Monteiro

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-03/09/2022

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