CPI da Chape sob altíssimo risco

O senador Jorginho Mello (PL-SC) que, para infelicidade dos familiares das vítimas, preside a CPI da Chape, viajou à Londres para, supostamente, negociar acordo de indenização por conta do famoso acidente, ocorrido em 2016.
Suas despesas, porém, estão sendo pagas pela Tókio Marine, uma das seguradoras, até então, caloteiras.
Os representantes da empresa, convocados a depor na CPI, não compareceram, o que torna a situação ainda mais nebulosa.
Outra CPI, a do COVID, demonstrou ao país o que significa Jorginho Mello.
O Senador, aliado a semelhantes, defendeu métodos ineficazes de combate à doença, alguns bandidos ligados a empresas investigadas e os pilantras que chefiam a República, entre os quais o próprio Presidente.
