Juíza trata São Paulo como ‘leviano’ em ação de calote em agente de jogadores

Em 2008, o agente Écio Antunes Morgado, radicado em Brasília/DF, assinou contrato de parceria com o São Paulo, que comprometeu-se a pagar 5% sobre eventuais negócios futuros de jogadores por ele indicados ao clube.

O acordo foi fechado com Carlos Miguel Aidar

No dia 13 de setembro de 2021, Écio ingressou na Justiça para receber seus direitos sobre a transação de Weverson para o Bragantino.

Não é a primeira cobrança do agente contra o Tricolor.

Recentemente, o São Paulo negociou 70% dos direitos de Gustavo Maia ao Barcelona por R$ 28,5 milhões.

Em 14 de outubro de 2020, Écio notificou a diretoria do clube para, no prazo de 48 horas, pagar-lhe o combinado: R$ 1,4 milhão.

O São Paulo deu de ombros.

Diante disso, não restou alternativa se não a de mover, através do advogado Nicolas Neves, do escritório da Dra. Gislaine Nunes, procedimento judicial de cobrança.

Quarta-feira (07), saiu a sentença do caso Weverson.

Além de condenado a pagar R$ 86,1 mil, que, acrescido de juros e demais despesas devem superar os R$ 100 mil, o Tricolor levou um ‘pito’ da juiza Gabriela Fragoso Calasso Costa:

“(o São Paulo) tem o péssimo hábito de não cumprir os documentos que ele mesmo redige e assina”

Noutro trecho da sentença, a magistrada trata os argumentos de defesa do clube como “nada mais leviano!”, e que o comportamento “beira a litigância de má-fé”

Abaixo, a íntegra da Sentença:

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