O indecente acordo entre Bolsonaro e Emerson Fittipaldi

A CBDA dava como certo – até porque estava acertado – o patrocínio do Banco do Brasil que permitiria investimentos em todas as modalidades de esportes aquáticos, entre as quais a olímpicas.

R$ 10 milhões seria o valor do contrato.

Bastou, porém, uma conversa entre o facínora que preside a República e o devedor contumaz – inclusive para o Fisco – Emerson Fittipaldi, para as coisas mudarem.

O BB desistiu de investir num coletivo de atletas que, há anos, representa o país com grande produtividade, para destinar a mesma quantia aos dois filhos do Bi-campeão Mundial de FI e campeão de F-Indy.

Sem critério técnico ou comercial, apenas político.

É difícil mensurar o impacto na natação brasileira diante desse revés, mas, certamente, prejudicará desde as novas gerações até os mais afamados competidores.

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