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Grande feito jurídico do Corinthians é, em verdade, atraso mal explicado

Parceiro da mídia, o bacharel Herói Vicente sempre consegue plantar notinhas bem avaliadas de seu comportamento enquanto dirigente jurídico do Corinthians, ainda que, em alguns casos, trate-se de flagrante demonstração de incompetência.

Durante a semana, noticiou-se como ‘grande vitória’ do Timão a adesão à nova regulamentação de parcelamentos de pendencias trabalhistas, capaz de impedir bloqueios em contas e bens do clube.

Em resumo: os credores formariam uma espécie de fila em que receberiam seus calotes na medida do faturamento do alvinegro (percentuais a serem definidos).

A história, porém, não foi contada por inteiro.

Não se trata de uma adesão compulsória dos que, há anos, esperam para embolsar o dinheiro devido pelo Timão, mas de uma escolha de cada pessoa ou entidade.

Ou seja, os que não desejarem aderir ao parcelamento continuarão bloqueando os recebíveis do clube.

Exemplo claro ocorre na Portuguesa em que os clientes da Dra. Gislaine Nunes – que se negaram a aderir ao novo sistema – seguem executando o clube (recentemente, tentou-se outro leilão do Canindé).

Por fim, a possibilidade de parcelamento, comemorada apenas em março de 2022, já existe desde 2020 – a Lusa aderiu em 2021, o que demonstra incompetência de quem, somente agora, conseguiu inserir o Corinthians no sistema.

Quanto de prejuízo poderia ter sido evitado neste período?

O ‘grande feito’ jurídico do Corinthians, se contado por completo pela mídia, trata-se de atraso mal explicado, porque contado sem os detalhes principais, provavelmente para ajudar os objetivos do heroico cartola que sonha em presidir o alvinegro.

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