Palmeiras tem que ser ‘rolo compressor’ contra o Al Ahly

Embora o favorito fosse o mexicano Monterrey, não se trata de grande zebra a vitória do Al Ahly, do Egito -ainda que com meio time reserva, e consequente classificação à semifinal do Mundial de Clubes.
Os egípcios foram terceiros colocados do torneio anterior – vencendo o Palmeiras – e dominam o continente africano há algum tempo.
Eis o dilema do Verdão.
Como minimizar os riscos de enfrentar um adversário tinhoso, com boa técnica ofensiva, sem responsabilidade semelhante de vitória?
Não há outra alternativa senão a de, desde o início, demonstrar-se como ‘rolo compressor’.
Se o Al Ahly tiver brecha para respirar, o jogo tende a amornar e favorecer os interesses dos africanos, que jogarão, entre outras coisas, explorando o inevitável nervosismo do palestrinos à medida do avançar do relógio.
