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Jorge Jesus no Galo é uma questão de acerto com o dono do BMG

Na metade de 2019, um mês antes de assinar com o Flamengo, o treinador Jorge Jesus estava apalavrado com o Atlético/MG.

O objetivo era facilitar os negócios da turma do BMG.

Jesus chegou a assistir partidas do Galo no camarote de Ricardo Guimarães, dono do afamado ‘banco do Mensalão’, que, segundo fontes do mercado, costuma dividir comissionamentos com Kia Joorabchian.

Foi exatamente o famoso iraniano que indicou o treinador ao Galo.

Kia e Jesus se deram muito bem (comercialmente) no futebol português.

Oficialmente, quem trabalha pelos interesses do técnico é o israelense Pini Zahavi, sócio do iraniano (possuem salas coligadas na Inglaterra) desde antes de tentarem, em conjunto, tomar de assalto o futebol do Corinthians (através da investigada parceria com a MSI).

Porém, um desacordo com os gestores do Atlético/MG (no momento da finalização do negócio), acabou por leva-lo ao Flamengo, sob proposta semelhante da espertíssima cúpula rubro-negra.

Por sorte, o time deu liga e Jesus se consagrou.

Esperava-se, diante desse histórico, que o destino do técnico em seu retorno ao Brasil fosse o Mengão, mas, nitidamente, os planos de seus ‘donos’ eram outros.

Jorge Jesus atrasou a definição da saída do Benfica até que os cariocas definissem-se por outra opção, ficando, assim, liberado para o discurso enrolador: “Não me quiseram, por isso fui para o…”.

A opção primeira, por óbvio, é o Galo.

Só há uma possibilidade disso não acontecer: desacordo do mecenas do clube com Ricardo Guimarães.

Jorge Jesus em jantar com Pini Zahavi

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