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Acusado por calotes diversos, provável parceiro do Corinthians está condenado por duplo homicídio

Cleidson Augusto Cruz

Ontem (03), circulou a informação de que o Corinthians estaria por fechar acordo de patrocínio com a TAUNSA, empresa do ramo de agropecuária, com direito a parceria na aquisição de jogadores.

Apesar da comemoração antecipada, em programa de rádio, de Ronaldo Giovanelli, ex-jogador e conselheiro do clube, trata-se de grande temeridade.

Cleidson Augusto Cruz, proprietário e gestor do grupo, que tenta expandir as atividades para o setor bancário, possui histórico processual semelhante ao da família do presidente alvinegro.

São várias os processo em trâmite por calotes, acusações de ‘espertezas’ comerciais e até condenação a 04 anos, 09 meses e 18 dias de prisão pelo duplo homicídio de uma mãe e sua filhinha de apenas cinco anos.

A prisão do empresário chegou a ser decretada, em 2019, mas o STJ decidiu que somente poderá ocorrer após o trânsito em julgado – a ação ainda está em grau de recurso.

Em abril de 2012, segundo Boletim de Ocorrência, Cruz, embriagado e em alta velocidade, dirigia sua Mercedes pela Marechal Rondon, no trecho de Araçatuba/SP, quando colidiu na traseira de um Astra, que perdeu o controle e capotou.

Morreram a senhora Michele, de apenas 22 anos e sua filhinha de 05.

O pai, Rogério, sobreviveu.

Em 05 de setembro de 2017, o empresário José Papile acreditou na promessa de Cleidson e investiu R$ 1,3 milhão em negócio de ‘garantia real’ em transação internacional.

O retorno seria de US$ 50 milhões (R$ 282,5 milhões).

Porém, em 30 de novembro de 2018, Cleidson, unilateralmente, rompeu o acordo, sem, porém, devolver a quantia que, segundo clausula firmada deveria retornar corrigida e com acréscimo de 30% em multa.

Em valores atualizados, R$ 2 milhões.

Sem respostas após diversas tentativas de recebimentos, o caso, em outubro de 2020, virou ação judicial.

Abaixo a cópia do acordo com Cleidson assinando como pessoa física e também na condição de representante da TAUNSA.

Vale lembrar, o Corinthians, que parece não se importar com o histórico de seus parceiros, mantém ativo, desde o início do ano, um departamento de compliance, em inadequada parceria com o diretor jurídico – que era oposicionista até o ano anterior, sem que nenhum deles tenha, até o momento, tenha manifestado contrariedade a qualquer ato dos atuais gestores alvinegros.

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Um comentário sobre “Acusado por calotes diversos, provável parceiro do Corinthians está condenado por duplo homicídio

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