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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“As massas nunca tiveram sede de verdade. Elas querem ilusões e não vivem sem elas”

Sigmund Freud: foi um médico neurologista e importante psicanalista austríaco

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Altivos leitores e ouvintes/expectadores

Participo minha alegria em reencontrá-los. No domingo, 22/08, passei por procedimento cirúrgico/urológico efetuado pelo jovem e competente Dr. Petronio Mello – CRM 157.598, complementado com sua elucidativa explicação da necessidade de, a cada seis meses, retornar para averiguar o sucedido.

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O incompreensível

Apagar do nome e demais dados na ficha da inscrição do prestigiado jurisconsulto e presidente do SAFESP, Aurélio Sant’Anna Martins, no quadro de prestador de serviço para Comissão de Árbitros da FPF

Lembrando

Aurélio estava inscrito como árbitro para a temporada 2021, depois de participar dos treinamentos online, presenciais e dos testes físicos;

Na continuação

Completando o Curso de Analista Estagiário promovido pela FPF, exercendo a atividade no dia 06/08/21, via Internet conforme comprovante:

Contenda

Findada com a triunfo 4 x 0 da Ponte Preta perante a equipe de Jaguariúna

Ressalto

Que, nos dois episódios, o extraordinário jurista agrediu o Regulamento Eleitoral 2004 do qual se socorreu para oficializar a inscrição da chapa que liderou.

Dando

Prosseguimento a desconsideração emanada do presidente e demais dirigentes SAFESP para com os associados reporto que a sede continua fechada, o atendimento online não condiz com a realidade,

Entretanto

A agilidade de comunicação SAFESP com a FPF continua firme e forte,

Principalmente

Depois da instauração do processo promovido pelo Ministério Público do Trabalho sobre as irregularidades perpetradas pelo presidente SAFESP, conforme denúncia do associado Renato Canadinho.

Fechando

Por qual motivo a administração da FPF apagou as informações inseridas na ficha da inscrição do presidente SAFESP?

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20ª Rodada da Série A do Brasileirão 2021

Sábado 11/09

Red Bull Bragantino 1 x 2 Chapecoense

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

VAR

Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)

Item Técnico

01 – O gol da equipe mandante consignado por Artur depois do árbitro ser chamado pelo VAR e ido ao monitor para rever lance e marcar penalidade máxima no lance involuntário da bola na mão esquerda do defensor Busanello da Chapecoense que efetuava movimento corporal para que o fato não ocorresse.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para defensores do Red Bull Bragantino e 02 para defensores da Chapecoense

Vermelho: Artur defensor do Red Bull Bragantino que estando no banco de ofendeu o árbitro

Santos 0 x 0 Bahia

Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli (MG)

VAR

Emerson de Almeida Ferreira (MG)

Item Técnico

Trabalho aceitável dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para santistas e 04 para baianos

Domingo 12/09

Palmeiras 1 x 3 Flamengo

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

VAR

Elmo Alves Resende Cunha (GO)

Item Técnico

Entendo que no conjugado os representantes das leis do jogo não influenciaram no resultado.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para flamenguistas

Vermelho: Correto para Zé Rafael defensor palmeirense por falta maldosa no oponente William Arão

Atlético-GO 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Antonio Dib Moraes de Sousa (PI)

VAR

Heber Roberto Lopes (SC)

Item Técnico

01 – Acertou por ter acatado o VAR e validado o gol de empate da equipa atleticana

Explico

Mesmo interpretativo, sou convicto que acertou ao validar o gol de empate da equipe atleticana.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para atleticanos e 02 para corintianos

No todo

Trabalho não convincente dos representantes das leis do jogo, principalmente, do árbitro por ter exibido muita insegurança.


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Política

Os mitos do mito

Legislativo e Judiciário mostraram-se mais fortes do que as ameaças do presidente

Ruíram os mitos que sustentavam a imagem popular de Jair Bolsonaro e que ele usava como argumento de força para ser reconhecido, desde já, presidente vitalício do Brasil. Sem passar por nova eleição.

Bolsonaro havia feito crer que, com seus poderes extraordinários de cavaleiro do apocalipse, daria voz de comando ao Judiciário, ao Legislativo, às espadas e aos fuzis. Imaginava-se, no mínimo, que o País se encaminhava para um golpe. Tal como expresso nas faixas exibidas por seus eleitores que foram às ruas para apoiá-lo: intervenção militar e novo AI-5. A senha do golpe já estava registrada, poderia até ser o insulto violento ao ministro Alexandre de Moraes (STF), que nomeou seu algoz, proferido nos microfones do palanque.

O governo jamais desfez esta impressão, dominante entre seus apoiadores, inclusive.

Antes mesmo do 7 de Setembro, esfumaçaram-se alguns desses mitos. A elite do agronegócio, por exemplo, ao defender a democracia, mostrou que o bolsonarismo radical, em seu meio, é restrito. O sistema financeiro garantiu, de papel passado, a Constituição e suas instituições democráticas. Os poderes Legislativo e Judiciário mostraram-se mais fortes do que as ameaças de destruição feitas pelo presidente da República e seus porta-vozes.

Restava a expectativa sobre de onde viria, então, o primeiro tiro, uma vez que o apoio armado a Bolsonaro não se mostrava ostensivo.

Ao descer, trêmulo, do palco do comício que fez em São Paulo, Bolsonaro mostrou que a manipulação que faria das polícias militares, do Exército Nacional, do Ministério Público e da Polícia Federal tornara-se, sem que percebesse, um sonho impossível.

O domínio discricionário das Forças Armadas, o mais temido dos mitos que cercam o poder de Bolsonaro, nem sequer foi tentado. O Exército não se afastou um milímetro do seu papel constitucional. Os generais em evidência na cúpula presidencial saíram silenciosos da refrega que promoveram na data nacional. Já pequenos, reduziram-se mais.

O País deve observar, na sequência, a descompressão forçada do presidente sobre os comandantes militares de tropa. Poderão estas forças, também, reagir com mais firmeza ao não atender a pedidos de atuação política fora de seus regulamentos, insistentemente feitos pela Presidência e pelo atual Ministério da Defesa.

O apreço dos militares por Bolsonaro permanece elevado. A ele reservam lealdade, respeito à hierarquia e disciplina. E esperam que o presidente faça o mesmo e tenha se convencido de que cumprirão com rigor suas funções, catálogo em que não está previsto o golpe.

Outro mito cuja ausência as manifestações revelaram foi o de controle total das polícias militares, sobre quem, inclusive, Bolsonaro patrocina legislação para torná-las submissas ao comando federal. Nenhuma PM descumpriu ordem de seu governador.

As manifestações apontaram ainda que a Polícia Federal são muitas e nem todas estão sob as ordens diretas de Jair Bolsonaro. Cada delegado é um poder. O presidente domina alguns deles. Não todos. Estão conduzindo inquéritos e fazendo prisões de amigos, parlamentares aliados e cúmplices. O “meu pessoal”, como Bolsonaro os define.

O Ministério Público, outro mito da aliança incondicional, nutrido no comportamento dúbio do procurador Augusto Aras, não está agindo como esperado. Até Aras, e não apenas os demais integrantes da instituição, tem contrariado os caprichos do presidente. Bolsonaro, até hoje, quase três anos de mandato, ainda não entendeu a natureza das funções presidenciais que deveria exercer.

À medida que caíram da mitologia da força irresistível de Jair Bolsonaro, estas instituições cresceram tanto quanto se fortaleceu o Supremo Tribunal Federal. Alvo principal dos tiros de Bolsonaro que, por enquanto, só têm saído pela culatra.

Jornalista: Rosangela Bittar – Publicado no Estadão do dia 15/09/2021

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Finalizando

Tá tudo dominado por canalhas que estão nos poderes executivo, legislativo e judiciário graças à divisão da população na briga pelos ladrões de estimação

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-18/09/2021

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