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O exemplo de Guardiola

Recentemente, o treinador Pep Guardiola, dos maiores de todos os tempos, recusou a contratação de Cristiano Ronaldo para seu Manchester City, mesmo sabedor das enormes possibilidades financeiras inerentes ao negócio.

Pensou no clube e agiu no limite de suas reais atribuições.

Não à toa, inexistem sequer rumores que atentem contra sua atuação profissional.

Guardiola recebe para ser treinador e o faz com absoluta competência.

Quantos de seus companheiros de profissão conseguem resistir às tentações do submundo esportivo?

Não se fala aqui somente dos que trabalham em equipes menores, mas, principalmente, dos bem colocados e remunerados que, apesar disso, se deixam levar pela ganância.

Convocações de Seleções com nomes discutíveis em evidente tabelinha com agentes para esquentar currículos ou a mesma manobra em clubes, que se veem tomados por dezenas de atletas que não resistiriam a uma peneira qualificada, mas ganham centenas de milhares de reais, dos quais, por vezes, sequer embolsam a metade, obrigados a cumprir acordos espúrios com cartolas e seus intermediários são, lamentavelmente, mais regra do que exceção.

Razão pela qual, quando se observa treinadores consagrados como Guardiola, Telê Santana, Muricy Ramalho e mais alguns outros – poucos, dos quais poderia se discutir métodos de treinamento e escalações, mas nunca comportamentos de conluio com o submundo, se faz necessário, sempre, o devido destaque.

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