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Milhares de infecções da Euro servem de alerta para evitar morticínio nos estádios brasileiros

Relatório da Agência Britânica de Saúde da conta de, aproximadamente, três mil pessoas infectadas pelo COVID-19 somente durante a final da Euro, disputada entre Inglaterra e Itália, no dia 11 de julho, com presença de público.

A irresponsabilidade era óbvia e os efeitos dela absolutamente previsíveis.

Há relatos de proporcionalidade de infecções semelhante noutros eventos importantes, como Wimbledon e o GP da Inglaterra.

Por aqui, os irresponsáveis governadores, pressionados pela proximidade do período eleitoral, deixaram o discurso preventivo de lado e decidiram, ao arrepio da ciência, ‘liberar geral’.

Ontem, bares e casas noturnas, absolutamente lotadas, eram servidas de banquetes ao coronavirus.

Muitos dos frequentadores morrerão.

Outros, serão responsáveis por óbitos de terceiros.

O mesmo risco correrá quem se atrever a frequentar estádios antes que, no mínimo, 75% da população esteja vacinada e, ainda assim, cumprindo os protocolos de segurança conhecidos de todos.

Os governadores, ao que parece, somente retroagirão na ordem de liberação quando as mortes, novamente, servirem de objeto de ataques políticos, não por empatia e responsabilidade.

Caberá a cada um de nós a própria defesa, evitando, ainda por mais algum tempo, ultrapassar a porteira que tem oculta, do outro lado, a loteria mortal da qual todos estamos sujeitos à ‘premiação’.

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