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Os grandes da F1 fazem história

Os mais relevantes pilotos de Fórmula 1 da atualidade, sob riscos contratuais diversos, decidiram fazer a diferença utilizando o prestígio e a visibilidade que possuem para amparar os mais necessitados, as minorias, os que, em regra, são abandonados pelo sistema.

Lewis Hamilton abraçou a luta contra o racismo.

Ontem, Sebastian Vettel entrou na pista com capacete e máscara nas cores do arco-íris, em solidariedade às comunidades LGBTQIA+ que estão sendo massacradas pela intolerância do governo húngaro.

Detalhe: o protesto se deu, corajosamente, na Hungria.

Chamado a se explicar pela direção de prova, Vettel, através de uma emissora italiana, respondeu:

“Eu não respeitei o procedimento? Me desclassifique então”

“Eu quis emitir uma mensagem ao governo. Um governo que ao invés de proteger seu povo, os ameaça. Estou pronto para encarar as consequências”

Exemplo a ser seguido pelos que, apesar de condições de idolatria semelhantes – o que facilita a insurreição ao sistema – escondem-se no conforto da omissão.

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Um comentário sobre “Os grandes da F1 fazem história

  1. Jose Ricardo

    Como diz Zagalo, “É isssstranho, é isssstranho”, não sei se todos notaram, mas faz tempo que Lewis Hamilton deixou de usar camisetas do movimento Black Lives Matter e sequer fazer qualquer referência ao movimento marxista. Será que ele está mais preocupado em pilotar, visto o bafo na nuca que Verstappen está lhe dando nesse ano, desistiu da causa ou foi pra manter distância segura da mer… que espalhou-se no ventilador com o escândalo da co-fundadora do BLM, a marxista declarada Patrisse Khan-Cullors, que simplesmente comprou uma simplória casa de U$ 1,4 milhão de dólares em Los Angeles fruto de desvio de dinheiro do movimento social??? Da mesma forma que o criminoso condenado José Dirceu que certa vez disse: “O PT não rouba e não deixa roubar” Patrisse afirmou que ela e sua companheira realizam trabalho voluntário no BLM, não roubaram nenhum centavo do BLM pra comprar a casa e que dinheiro veio de doações de “amigos” e da venda de um livro que Patrisse escreveu. Onde foi que ouvi essa mesma história??? Há foi Lula né, que dizia que o partido se sustentava com a venda de estrelinhas, adesivos e bandeiras do partido feitas por militontos. Pra surpresa de ninguém é claro, vimos que o criminoso Lula, assim como Patrisse, tem muitos, muitos “amigos”….

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