Caso Jô evidencia as diferenças entre torcedores e bandidos

Na última quarta-feira, com imagens vazadas no dia de ontem, o jogador Jô e suas família foram vítimas de agressões por parte de bandidos travestidos de torcedores.

Ambos estavam numa confraternização de uma empresa da qual o atleta mantém sociedade.

Ainda que fosse, como ventilado nas mídias sociais, uma presença em balada, não justificaria a agressão.

Uma coisa é torcer; a outra é invadir a privacidade e cometer crime.

Quando muito, se descontente com a atitude do atleta, o torcedor tem o direito de manifestação nos locais que lhe concedem espaço para tal.

Seja nas mídias sociais, nos estádios de futebol ou até mesmo, se permitido, em reclamações aos dirigentes das agremiações.

Nunca, em hipótese alguma, em abordagens não consentidas, principalmente de maneira agressiva.

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1 Comentário

  1. O mesmo Jô flagrado numa balada da Zona Leste às 5 h da manhã por um repórter da Jovem Pan. Reação do Corinthians? Negar o assunto e boicotar o repórter.

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