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A Europa é da eficiência do Chelsea

Após vencer o conterrâneo Manchester City, por um a zero, o Chelsea conquistou, pela segunda vez em sua história, a Champions League, classificando-se para a disputa do Mundial de Clubes da FIFA.

A eficiência superou a magia do adversário, que jogou bem abaixo do que poderia.

No primeiro tempo, Guardiola apostou numa escalação ultra-ofensiva, porém, na prática, poucas oportunidades foram criadas e os lances mais perigosos surgiram de contragolpes do Chelsea.

Num deles, aos 42, Mount, com maestria, lançou Havertz, que passou por Ederson e fez o gol da conquista.

Três minutos antes Thiago Silva havia deixado o gramado machucado.

O segundo tempo seguia na mesma toada, até que o destino, aos 58, retirou De Bruyne – o craque do time – do gramado, contundido após choque de cabeça com adversário, inserindo Gabriel Jesus, que, junto com Fernandinho – quase ao mesmo tempo, mudou a cara do time.

Desde então, o Manchester passou a jogar melhor, mas, ainda assim, encontrando grandes dificuldades diante da espetacular defesa londrina.

Faltando onze minutos, Aguero entrou para tentar o milagre e também se despedir como artilheiro maior da história do City.

Ao final, a vitória do Chelsea foi merecida, por ter executado com perfeição o estilo de jogo conhecido da equipe.

A Guardiola e seu City fica o gosto amargo da derrota sob futebol aquém do que poderia, efetivamente, ter apresentado.

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