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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“As coisas mais mesquinhas enchem de orgulho os indivíduos baixos”

William Shakespeare: foi um poeta, dramaturgo e ator inglês

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Presidente SAFESP noticiou com atraso 40º ano da carta sindical datada em 09/04/1981

Na manhã da sexta-feira 09/04/2021 pouco antes de elaborar breve relato referente à carta sindical, nada encontrei no site SAFESP.

No sábado antes do blogdopaulinho.com.br publicar a Coluna do Fiori de minha inteira e total responsabilidade, tornei a fazê-lo, repetindo pela tarde e à noite, nada achando; fato verificado e comprovado no sábado à noite, conforme um associado.

Aquém do atraso

O noticiário citou os ex-presidentes: José Astolfi, José de Assis Aragão, Sérgio Corrêa da Silva e Arthur Alves Junior que o antecedeu, a quem acusou de ter arruinado a entidade, prometendo contratar empresa de auditoria, não consumado até o presente.

Contudo

Expressou antipatia e desrespeito não citando os ex-presidentes Ulisses Tavares da Silva Filho, Ilton José da Costa e Dárcio Pereira.

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Domingo 11/04 as 11hs00

Supercopa do Brasil (partida exclusiva)

Flamengo 2 x 2 Palmeiras (tempo normal)

Decisão por penalidades máxima

Flamengo 6 x 5 Palmeiras

Resultado que proporcionou o bicampeonato para o Flamengo

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

VAR

Wagner Reway (PB)

Item Técnico

1º – Marcou corretamente a falta cometida pelo flamenguista Isla no palmeirense Wesley,

Aquilatando

Ter sido em cima da linha da grande área Vuaden apontou a marca da cal;

Rapidamente

Wagner Reway principal integrante do VAR comunicou que o fato aconteceu pouco antes da linha da grande área, falta batida, jogo seguiu.

2º – Acertou ao marcar a penalidade máxima sofrida pelo palmeirense Roni no instante que foi puxado pelo oponente Rodrigo Caio;

Penalidade

Batida por Rafael Veiga, findada no fundo da rede empatando refrega 2×2.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 05 para rubro-negros e 06 para alviverdes

Cartão Vermelho: Correto para o exagero de reclamações decorridas do técnico palmeirense Abel Fernando Moreira Ferreira, idem minutos depois para seu auxiliar técnico Joao Miguel Barreto Martins

Observação

Faz-se necessário que a CBF e federações interfiram no exagerado reclamar dos técnicos, assistentes e participantes dos bancos das equipes litigantes ante as decisões dos representantes das leis do jogo.

No todo

Com pequenos senões, considerei bom o desempenho do árbitro e assistentes.

Ressalto

O adequado trabalho exercido pelo VAR ao comunicar para o árbitro que a falta ocorrera pouco antes da linha da grande área, idem atinente a licitude da defesa do goleiro palmeirense no lance que pegou a bola em cima da linha que determina a entrada ou não da bola para o fundo da rede.

Domingo à noite – Série A1 do Paulistão 2021

Guarani 0 x 1 Corinthians (11ª Rodada)

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA)

VAR

Jose Claudio Rocha Filho

Item Técnico

Desempenho normal dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para defensores da equipe mandante e 01 para visitante

Finalizo

Pra ser ruim joguinho tinha que melhorar e muito

Terça Feira 13/04

Ferroviária 2 X 1 Corinthians (9ª Rodada)

Árbitro: Thiago Luis Scarascati

*Inicialmente, publicamos, equivocadamente, o nome da assistente Fabrini Bevilaqua Costa como se fosse a árbitra da partida, quando, em verdade, era Thiago Luis Scarascati.

A informação foi corrigida.

Pedimos desculpas pelo ocorrido.

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral

Item Técnico

Lances basilares:

1º – Acertou por ter observado que o assistente 02: Evandro de Melo Lima não correu para o centro de campo quando do chute e da entrada da bola profundo da rede corintiana,

VAR

Entrou em ação solicitando que fosse até o monitor, lá chegando, viu e reviu e convencido, voltou determinando a posição de impedimento do atacante Xandão.

2º – Gol de abertura do placar marcado pelo corintiano Camacho foi antecedido de dúvida quanto a saída ou não da bola pela linha lateral fiscalizada pela assistente 01: Fabrini Bevilaqua;

Explico

Disputa ocorreu próximo da assistente, corintiano levou vantagem, defensor da Ferroviária levantou braço reclamando a saída da bola (lance dificílimo para a assistente), de pronto balancei;

Logo

Passaram o teipe, ficando convicto que a bola ultrapassou a linha lateral.

Item Disciplinar

Sem problema, sem cartão.

Sexta Feira 16/04

Palmeiras 0 x 1 São Paulo (5ª Rodada)

Árbitro: Raphael Claus (FIFA)

VAR

Vinicius Furlan

Item Técnico

Trabalho normal dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para alviverdes e 01 para tricolor


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Politica

O Som e a fúria em Brasília

Com um governo negacionista como o de Bolsonaro despontamos para o atraso

Não é fácil entender a política brasileira, mas quem se detiver, esta semana, nos dois mais intrincados nós a serem desatados em Brasília talvez chegue a algumas conclusões interessantes. Os dois nós são a CPI da pandemia e a inadequação do Orçamento da União.

No primeiro, o governo é acusado de omissão no processo de combate ao vírus que já nos custou mais de 360 mil vidas e poderá custar 600 mil até julho, segundo prognósticos da Universidade de Washington. Acusações e mesmo investigações sobre a atuação de Bolsonaro na pandemia não são novas. Há processos no Tribunal Internacional de Haia e inquéritos como o das mortes em Manaus, em que Eduardo Pazuello é o principal investigado.

Bolsonaro é acusado de negacionismo e, realmente, tem negado a importância da pandemia desde o início. Era previsível que surgisse uma CPI sobre o tema no Congresso, uma vez que os parlamentares estavam de quarentena, mas não mortos.

Eleito com apoio de Bolsonaro, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, bloqueou a instalação da CPI. Quando, numa entrevista, perguntei a razão do bloqueio, ele respondeu com os argumentos usais de que é preciso união, foco no combate à doença. Na verdade, usou o argumento da própria pandemia para negar direitos legais, algo que muitos governos autoritários tentam fazer no mundo.

A reação de Bolsonaro à CPI foi uma nova forma de demonstrar seu negacionismo. Ele sabe que CPI, além do número legal de assinaturas, precisa de fato determinado. Na conversa gravada com o senador Kajuru, ele pede que a investigação seja estendida aos prefeitos e governadores. É preciso investigar tudo, diz ele. E nós sabemos que essa é a senha para não investigar nada.

A proposta é quase tão absurda quanto chamar a covid-19 de gripezinha ou insinuar que a vacina transforma gente em jacaré. O Senado teria de usar seus recursos limitados para investigar todo o Brasil, sabendo que 11 Estados já fazem essa investigação e em dois, Rio de Janeiro e Santa Catarina, os governadores investigados já foram afastados do cargo.

Isso tudo sem contar o fato de que a Polícia Federal trabalha no tema em nove Estados e já recuperou em torno de R$ 7 milhões desviados, até com incursões em gabinetes de governador, como no caso de Helder Barbalho, no Pará.

Bolsonaro convidou o Senado à dispersão de esforços para se proteger. E não satisfeito em lançar mão de Estados e municípios como escudo, quer que se abram processos contra ministros do Supremo.

São duas lições importantes sobre a política no Brasil. Acusados tentam sempre ampliar as investigações para desaparecerem nela, e quase sempre alegam que todos estão errados. No caso, a ideia é pôr a limitada estrutura do Senado a investigar todo o Brasil e, simultaneamente, tentar cassar membros do Poder Judiciário.

Em outras palavras, a melhor maneira de investigar a omissão criminosa de Bolsonaro é uma ofuscante e laboriosa atividade cujo resultado pode ser nulo. É uma nova pirueta do negacionismo. Não houve pandemia, muito menos responsáveis pela mortandade. A CPI seria apenas, como em Macbeth, uma história, contada por idiotas, cheia de som e fúria, significando nada.

O nó do Orçamento também é interessante, por mostrar que se tornou um instrumento tão precário que não serve nem para um desgoverno como esse que existe hoje no Brasil. Negociações medíocres entre governo e Congresso acabaram fazendo a balança pender para alguns ministérios e, sobretudo, para o lado dos parlamentares.

Não se sabe onde vai parar parte do dinheiro da Previdência, do seguro-desemprego, do financiamento da agricultura familiar. O próprio Paulo Guedes afirma que com esse Orçamento é impossível prosseguir e teme até o impeachment de Bolsonaro. Como sempre, a conta está um pouco mais alta: R$ 33 bilhões.

O que é esclarecedor sobre o Brasil são as soluções discutidas nos bastidores. Aí, sim, o observador conhecerá um pouco da nossa cultura, seguindo o debate. Uma das propostas para livrar Bolsonaro de processo é uma viagem ao exterior. O Orçamento seria assinado por Arthur Lira, que já está queimado mesmo e serviria de escudo para o presidente.

Também muito didática é a troca de ideias entre Guedes e os parlamentares. O ministro propõe que sejam cortados os R$ 33 bilhões e se façam ajustes lá na frente. Os parlamentares propõem que sejam mantidos e se façam ajustes lá na frente. Uma ausência tão completa de planejamento é também uma espécie de negação do governo. O Orçamento é apenas para tocar os assuntos correntes.

O problema é que essa ausência de governo real assusta até o mercado. Hoje apenas por ser uma dispendiosa ausência. Logo o próprio mercado sentirá falta de um governo com projetos de renovação pós-pandemia.

Nos Estados Unidos discute-se uma nova relação entre governo e forças produtivas, trabalha-se com a consciência de um desastre climático, aprofunda-se a experiência digital. O Brasil costuma levar alguns anos para se sintonizar com o mundo. Quase sempre foi assim, mas com um governo negacionista certamente despontamos para o atraso.

Fernando Gabeira: Jornalista- Publicado no Estadão no dia 16/04/2021

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Finalizando

“Negacionista, não é só quem nega a realidade! É também um sinônimo de fraqueza, por não suportar a verdade!”

Maurício Braga – Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

17/04/2021

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