O Galo se empolga ao caminhar para o precipício

No período de apenas um ano, a dívida do Atlético/MG passou de R$ 656 milhões para pouco mais de R$ 1 bilhão.
Para os padrões de arrecadações do Galo, uma tragédia.
Os números são fruto da exploração do mecenato da família Menin, a quem a agremiação já deve mais de R$ 300 milhões.
Trata-se de uma situação de quase insolvência.
Pior: o Atlético/MG, nesse quadro, estará condenado a beijar as mãos dos Menins por longos anos, torcendo para que a relação não azede.
Uma monarquia, claramente.
As eleições presidenciais perderam a razão de ser.
Qual presidente sobreviverá se não ajoelhar diante dos mecenas, diariamente?
O Galo, empolgado, como ocorre com os que recebem dinheiro sem pensar nas consequências, caminha, com grande empolgação, para o precipício.
