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O que o General imaginário do Pequeno Rato pensaria de quem dá calote no médico que salvou a vida da própria mãe?

O apresentador e ex-deputado Ratinho, demonstrando nojo e desprezo pela população, principalmente aos que estão inseridos como alvos comerciais de suas incursões no submundo da comunicação – um contrassenso, defendeu a volta da ditadura no Brasil e a ‘higienização’ em desfavor dos moradores de rua:

“Eu sei que o que vou falar aqui pode até chocar, mas está na hora de fazer igual fez em Singapura. Entrou um general, consertou o país e, um ano depois, fez eleições. Mas primeiro consertou, chamou todos denunciados e disse: ‘Vocês têm 24 horas para deixar o país ou serão fuzilados’. Limpou Singapura””

“Do que as pessoas tinham medo? Morador de rua. Ele tirou todos os moradores de rua e deu um lugar para os caras se virarem. Ele limpou tudo e a imprensa ficou a favor dele. Aqui, se mexer com morador de rua, a imprensa cai em cima do político”.

“Se eu abrir uma votação perguntando se o povo é a favor da volta dos militares, dá 70%. Nossa democracia é muito frágil, dá margem para bandido, estranha”

Ratinho, além de distorcer a história de Cingapura – que nunca teve intervenção militar, nem General no comando, escondeu sua atuação medíocre enquanto parlamentar.

O ex-deputado faltou em todas as votações relevantes durante seu mandato, além de ter abandonado as comissões parlamentaras nas quais foi incluído.

Compareceu com assiduidade apenas nas retiradas dos contracheques.

Não há movimentação alguma de Ratinho, no mesmo período, para denunciar políticos que cometeram ilícitos, embora não faltem relatos, à época, de gente próxima a ele se beneficiando.

Outro ponto interessante, para a reflexão do Pequeno Rato: o que o ‘General de Singapura’, criação doentia de sua imaginação, pensaria à respeito dos donos de emissora de rádio que, de maneira corrupta, adotam a prática do ‘Jabá’ em suas programações?

Cortaria as mãos dos malandros? Mandaria fuzilar?

Ratinho, além de dono de emissora, mantém estreito relacionamento com gente denunciada pela prática.

Em que conta o militar imaginário teria os filhos que dão calote no médico que salvou a vida da própria mãe?

Entre 21 e 24 de novembro de 2019, no Hospital Albert Einstein, e 26 de novembro a 02 de dezembro, no Hospital São Luiz, o Dr. Sergio Flavio de Albuquerque Felizola, atendendo a pedido do Dr. Jorge Pagura, cuidou da Sra. Maria Talarico Massa, progenitora de Carlos Roberto Massa, o Pequeno Rato brasileiro.

Dr. Sergio Felizola

O médico, apesar de salvar a vida da paciente, nunca recebeu pelos serviços.

R$ 19,5 mil é a dívida original, que, na Justiça, já está avaliada em R$ 21,6 mil.

Levando-se em consideração a ótima situação financeira do devedor (que autorizou, segundo a ação judicial, os procedimentos), inserido no seleto grupo de ‘pessoas de bem’ do bolsonarismo, que, recentemente, adquiriu uma rádio em São Paulo, é possível supor do que seria capaz nos negócios, e na vida pessoal, o apresentador do SBT.


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2 comentários sobre “O que o General imaginário do Pequeno Rato pensaria de quem dá calote no médico que salvou a vida da própria mãe?

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