Caso Breno Lopes revela incompetência jurídica e administrativa do Palmeiras

Se boa parte do público desconhecia pormenores do regulamento para a inscrição de jogadores para o Mundial de Clubes da FIFA, o mesmo não se poderia dizer da diretoria do Palmeiras.

Em tese, a bem da verdade.

Porque, na realidade, ao que parece, ninguém se prestou a ler a documentação, num comportamento absolutamente irresponsável.

Se tivessem conhecimento, desde algum tempo poderiam estar dialogando com a FIFA para aventar, em composição política com as demais equipes, a possibilidade de inscrição não apenas de Breno Lopes, decisivo em jogos recentes da agremiação, mas de outros atletas do elenco.

O jurídico teria como avisar a diretoria da impossibilidade, antecipando o procedimento de aproximação.

Agora, nada mais há para ser feito.

Até mesmo, caso o clube não optasse por negociar com a entidade, a decepção de Breno, sabedor por mensagens de familiares (que informaram-se pela imprensa) da necessidade desfazer as malas, já prontas, para a viagem internacional seria minimizada se, de antemão, estivesse ciente, desde três meses atrás, da impossibilidade de disputar o torneio.

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