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Demitir Raí será grande equívoco de Casares

Raí, assim como Rogério Ceni, são, provavelmente, os maiores ídolos da história do São Paulo, sem desmerecer outros grandes craques, como Pedro Rocha, Zizinho, Canhoteiro, etc.

Ambos foram jogados numa fogueira que ardia há mais de uma década, fruto de anos de irresponsabilidade da cartolagem – inclusive a atual, que infelicita o Tricolor.

Como aprendizes que eram, um de cartola e o outro de treinador, sofreram, erraram e desgastaram a própria imagem para tentar trilhar novos caminhos ao clube de coração.

Os dois colocados em seus postos pela fama que possuíam, apenas isso.

Ceni logo foi chutado, mas Raí permaneceu.

Persistente, quando todos pediam a sua cabeça e também a do novo treinador, Fernando Diniz, manteve as duas, numa aposta arriscada que o tempo tratou de demonstrar correta.

Hoje, com a faca e o queijo nas mãos para conquistar o Brasileirão, o São Paulo, antes largado à própria sorte, tem identidade definida no comando técnico do time e também na direção de futebol.

Ainda assim, por conta de promessas e acertos de campanha, Julio Cesar Casares acena com a demissão de Raí e só manterá Diniz até o primeiro tropeço.

Se assim ocorrer, tratar-se-á de grande erro, ainda em início de gestão.

Casares precisa estar atento à evolução de seus comandados.

Raí e Diniz são hoje melhores profissionais do que quando assumiram seus postos no Tricolor.

Se, à época, mereciam ser contratados, agora, que argumentos teria para demiti-los?

Vale lembrar que o compromisso do presidente é o de tomar a melhor decisão possível para o clube, não a que agrade eventuais apoiadores.

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