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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Faz bem descer do pedestal, abandonar a pretensão de onipotência e de infalibilidade. Pense Nisso!”

Adágio de: Eliane F.C.Ramos

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Árbitros FIFA, associados SAFESP

Deixem de omissão, procurem inteirarem-se e conscientizar-se que sois parte de um todo.

Abandonem

A vaidade com proposito de liderarem seus colegas e batalhem para corrigirem os contínuos inadimplir apalavrado dos atuais dirigentes SAFESP durante o percurso da campanha eleitoral 2019.

Liderem

Movimento com proposito de exigir explicações detalhadas sobre a real situação administrativo-financeira, somado com a apresentação documental referente aos impostos predial, contas de agua, luz, telefone e demais.

Rematando

Estou certo que a diretoria dos setores de árbitros da FPF e CBF continuarão escalando-os nas contendas dos campeonatos por elas administrados.

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13ª Rodada da Série A do Brasileirão 2020

Sábado 03/10

Grêmio1 x1 Internacional

Árbitro: Raphael Claus (FIFA- SP)

VAR

Jose Claudio Rocha Filho (SP)

Item Técnico

Voltou atrás

– No ato que a bola foi desviada por ter batido na mão do braço esquerdo distante do corpo do defensor gremista Cortez, Claus nada marcou,

VAR

O avisou, foi até o monitor, voltou para o campo, apontando a penalidade máxima,

Que

Thiago Galhardo bateu, empatando a contenda 1 x 1

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensores do Grêmio e 02 para defensores do Internacional

Cartão Vermelho: Correto depois do segundo amarelo para Cortez, defensor da equipe mandante. Vermelho direto depois do alerta dado VAR, para Musto defensor da equipe visitante por ter atingido o oponente Diego Souza distante da disputa pela bola

Red Bull Bragantino 0 x 0 Corinthians

Árbitro: Edina Alves Batista (FIFA-SP)

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)

Item Técnico

Sem Problemas

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para time da casa e 02 para visitante

Domingo 04/10

Atlético-MG 4 x 1 Vasco

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

VAR

Daniel Nobre Bins (RS)

Item Técnico

Correto por ter sinalizado duas penalidades máxima favorável à equipe atleticana, que foram transformadas em gols

No todo

Trabalho aceitável dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para atleticanos e 03 para vascaínos

Cartão Vermelho: Adequado para Andrey, defensor vascaíno, após segundo amarelo.

14ª Rodada – Quarta Feira 07/10

Corinthians 1 x 1 Santos

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

VAR

Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ)

Item Técnico

1º – De pronto e corretamente apontou o meio do campo quando da subida do corintiano Danilo Avelar com o goleiro santista,

Findada

Com a redonda no fundo da rede após cabeceio legal do corintiano que decretou o tento de empate

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para corintianos e 04 para santistas

Fortaleza 2 x 1 Atlético-MG

Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)

VAR

Wagner Reway (PB)

Item Técnico

Chamado pelo VAR, foi até o monitor, voltou, apontando impedimento do atacante Yuri Cesar da Fortaleza, findado com a bola no fundo da rede

No todo

Trabalho normal dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 05 para defensores do tricolor cearense e 03 para atleticanos

Cartão Vermelho: após segundo amarelo para Luis defensor da equipe mandante por disputa temerária, e: Vermelho direto para Charles Alexandre Patrice Francis Hembert, auxiliar técnico do Fortaleza.

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Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos

Aviso

Por conta do período de pandemia, existe a evidente dificuldade para encontros pessoais, o que impedirá que a homenagem aos clubes varzeanos mantenha uma frequência semanal de publicação.

De agora em diante, sem prazo determinado, sempre que obtivermos material suficiente para levar nosso tributo a público, o faremos.

Desde já agradecemos pela compreensão.

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Política

Caros amigos

No dia 15/ 11/ 20020 será realizada a votação para prefeito e vereador na capital do estado de São Paulo.

Com muita alegria, apresenta-lhes o candidato a vereador:

Policial Civil e Professor de Judô, faixa preta 4, atleta desde 1976, com 52 anos de idade,

Líder

Do projeto Nós Por Nós Jardim Fontalis: reunindo 300 crianças que recebem aulas de judô e uniformes totalmente gratuito.

Respeito e educação são os quesitos básicos para ser aluno Bioto NPN

Sentido

Educação e Respeito são práticas de bom uso, ações, decisões que nos impede de fazer ou dizer coisas desagradáveis a alguém, e ambos não têm restrição à posição social, cor, raça, idade, religião.

Cartão vermelho na corrupção

O ex-árbitro Oscar Roberto Godoy é candidato a vereador pela cidade de São José do Rio Preto com o lema ‘’Cartão Vermelho na corrupção.

Seu número é 40123.

Indico ao moradores da região que lhe deem um voto de confiança

São poucos os que, no mundo da arbitragem e da imprensa, podem ser apontados sem que mácula alguma tenha resvalado em suas imagens.

Godoy é um deles.

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Bolsonaro e o “fim da Lava Jato”

Brincadeira sem graça, ato falho ou confissão despudorada? O presidente Jair Bolsonaro aproveitou o lançamento de um programa de incentivo ao setor aéreo, com desburocratização, desregulamentação e redução de custos, para falar de outro assunto completamente alheio ao tema da cerimônia: a Operação Lava Jato. E o fez de uma forma bastante infeliz. “É um orgulho, é uma satisfação que eu tenho dizer a essa imprensa maravilhosa nossa que eu não quero acabar com a Lava Jato, eu acabei com a Lava Jato porque não tem mais corrupção no governo”, afirmou.

As reações foram imediatas. No Twitter, sem citar especificamente a declaração de Bolsonaro, o ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro Sergio Moro escreveu que “as tentativas de acabar com a Lava Jato representam a volta da corrupção. É o triunfo da velha política e dos esquemas que destroem o Brasil e fragilizam a economia e a democracia. Esse filme é conhecido. Valerá a pena se transformar em uma criatura do pântano pelo poder?”. Em nota, a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba afirmou que “o discurso indica desconhecimento sobre a atualidade dos trabalhos e a necessidade de sua continuidade”, e que a afirmação “reforça a percepção sobre a ausência de efetivo comprometimento com o fortalecimento dos mecanismos de combate à corrupção”.

Como o presidente da República afirma, sem ruborizar, que “acabou com a Lava Jato” e que isso é motivo de “orgulho” e “satisfação”?

O que todo brasileiro que apoiou desde o início o combate à ladroagem representado pela Lava Jato, e que votou em Bolsonaro justamente por repudiar o projeto cleptomaníaco petista, se pergunta agora é: como o presidente da República afirma, sem ruborizar, que “acabou com a Lava Jato” e que isso é motivo de “orgulho” e “satisfação”? Admitamos, por um instante que seja, que na verdade Bolsonaro quis dizer que seu governo não precisará de “uma Lava Jato” porque não é corrupto. Não seria, portanto, uma referência à Lava Jato propriamente dita, que continuaria na ativa, investigando a roubalheira dos governos anteriores, porque no de Bolsonaro não haveria nada a investigar.

A própria premissa usada pelo presidente tem lá suas falhas, dada a manutenção de Marcelo Álvaro Antônio, denunciado pelo caso dos “laranjas do PSL”, no Ministério do Turismo; e, principalmente, as inúmeras questões por responder envolvendo o senador Flavio Bolsonaro e seu ex-assessor Fabrício Queiroz, resvalando também no nome da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Mas, ainda que não houvesse a menor sombra de dúvida, a menor suspeita sobre a lisura de integrantes do governo ou do entorno de Jair Bolsonaro, a afirmação teria sido uma brincadeira sem graça, um chiste profundamente infeliz. O presidente usou de forma leviana e desastrosa o nome da mais bem-sucedida operação de combate à corrupção do país, dizendo que “acabou com ela” quando sua continuação se mostra mais que necessária, dadas as inúmeras ramificações do esquema criado pelo petismo, com o apoio de outros partidos e de empreiteiras, para pilhar as estatais.

E mesmo dando a Bolsonaro o benefício da dúvida sobre o real sentido de uma frase tão enfática, não há como negar que a Lava Jato real – essa, que já teve Moro e Deltan Dallagnol, e que ainda tem tantos membros valorosos no Ministério Público, na Polícia Federal e no Judiciário –, vem sendo minada, sim, por ações de Bolsonaro, a começar pela escolha de Augusto Aras, um crítico da operação, como procurador-geral da República. Aras está entre os que compraram a narrativa tão vaga quanto equivocada dos tais “excessos” da Lava Jato, grupo que, a julgar por declarações passadas, pode também incluir Kassio Nunes Marques, o escolhido de Bolsonaro para a vaga deixada por Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal.

Além disso, Bolsonaro deu sua contribuição para atrapalhar o combate à corrupção atual – ou seja, afetando a Lava Jato – e futura quando deu seu aval, por meio da sanção presidencial, à Lei de Abuso de Autoridade, que servirá de meio para réus e investigados retaliarem juízes e investigadores por atos que só eram abusivos na mente dos parlamentares que gestaram e aprovaram esse projeto. Muitos deles, aliás, estão no Centrão, o mais novo amigo de Bolsonaro no Congresso e que vem ocupando cada vez mais espaço no governo, tendo abocanhado vários cargos de vice-liderança no Congresso, além de postos de segundo e terceiro escalão em ministérios e estatais. Certamente há muitos membros importantes do grupo que adorariam ver Bolsonaro entregando-lhes a cabeça da Lava Jato em bandeja de prata.

Ter um governo honesto é obrigação. Mas “acabar com a Lava Jato” não é motivo nem de orgulho, nem de satisfação. Ninguém pretende uma Lava Jato perpétua; ela terá razões para terminar quando todas as perguntas sobre o megaesquema de corrupção estiverem respondidas e todos os responsáveis estiverem pagando pelos seus crimes. Mas, se um gestor público, com seus atos, levar a um encerramento prematuro da operação e criar empecilhos ao combate à corrupção, certamente será contado entre os que mais desserviço prestaram ao país, merecendo ser elencado ao lado dos corruptos. Que Bolsonaro reflita muito sobre que legado quer deixar ao país neste tema.

Editorial do Jornal “A Gazeta do Povo” publicado as 22hs31 do dia 08/10/2020

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Finalizando

“Eu achava que a política era a segunda profissão mais antiga. Hoje vejo que ela se parece muito com a primeira”

Ronald Reagan: foi um ator e político norte-americano, o 40.º presidente dos Estados Unidos

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-10/10/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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