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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Há uma ferrugem pior do que todas: chama-se ignorância”

Texto Budista

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Existe esperança associados SAFESP

Problemas diversos, promessas não cumpridas e patrimônio abandonado, apontados neste espaço desde muito tempo, junto a constantes  convites aos componentes do corpo associativo para convocação de assembleia objetivando indagar a diretoria liderada pelo jurisconsulto agora licenciado, idem da sua vice e presidente em exercício, para que deem os devidos esclarecimentos e abdiquem dos cargos para o bem da classe.

Na

Edição extraordinária do dia 30/09/2020, noticiamos que o associado e advogado Benedito Martinho Correia de Oliveira, na condição de terceiro de boa fé,

Participou

Ao Juiz de Direito do Dipo 4 – Seção 4.1.1 do Foro Criminal da Capital de São Paulo as irregularidades contidas na representação do licenciado jurisconsulto Aurélio Sant’Anna Martins, presidente do SAFESP

Através

Whatssap, na tarde da sexta-feira, 02/10/2020, trocando mensagens com Benedito Martinho Correia de Oliveira, fiquei sabendo que contando com alguns associados,

Analisa

Possibilidade de promover Ação de Intervenção Judicial.

Findando

Desperte associado SAFESP!

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12ª Rodada da Serie A do Brasileirão 2020

Sábado 26/09

Internacional 1 x 1 São Paulo

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

VAR

Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)

Item Técnico

Desempenho normal do principal representantes das leis do jogo, idem dos seus assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores da equipe gaúcha

Cartão Vermelho: Acertado para José Gabriel defensor do Internacional

Domingo 27/09

Vasco 1 x 1 Red Bull Bragantino

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)

VAR

Paulo Roberto Alves Junior (PR)

Item Técnico

1º – Correto por ter corroborado com o assistente 02: Sidmar dos Santos Meurer (PR) no instante que sinalizou a posição de impedimento do vascaíno Thalles Magno findado no fundo da rede

2º – Acertou ao marcar a penalidade máxima cometida por Bruno Gomes, defensor vascaíno, no instante que fez uso do braço esquerdo para desviar a trajetória da redonda;

Penalidade

Batida por Alerrando, defendida pelo goleiro Fernando Miguel.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para equipe da casa e 02 para visitantes

Santos 1 x 1 Fortaleza

Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)

VAR

Rafael Traci (FIFA-SC)

Item Técnico

Desempenho normal da equipe de árbitros

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para equipe mandante e 01 para visitante

Quarta Feira 30/09 – Jogo complementando a primeira rodada

Corinthians 0 x 0 Atlético-GO

Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)

VAR

Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG)

Item Técnico

Trabalho aceitável dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para corintianos

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Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos

Aviso

Por conta do período de pandemia, existe a evidente dificuldade para encontros pessoais, o que impedirá que a homenagem aos clubes varzeanos mantenha uma frequência semanal de publicação.

De agora em diante, sem prazo determinado, sempre que obtivermos material suficiente para levar nosso tributo a público, o faremos.

Desde já agradecemos pela compreensão.

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Caros amigos

No dia 15/ 11/ 20020 será realizada a votação para prefeito e vereador na cidade de São Paulo.

Com regozijo, apresento-lhes o candidato a vereador:

Policial Civil e Professor de Judô faixa preta 4, atleta desde 1976, com 52 anos de idade,

Líder

Do projeto Nós Por Nós Jardim Fontalis: reunindo 300 crianças que recebem aulas de judô e uniformes totalmente gratuito.

Respeito e educação são os quesitos básicos para ser aluno Bioto NPN

Sentido

Educação e Respeito são práticas de bom uso, ações, decisões que nos impede de fazer ou dizer coisas desagradáveis a alguém, e ambos não têm restrição à posição social, cor, raça, idade, religião.

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Política

Ministro, peça desculpa aos professores

Não ignore o fundamento de uma nação, o professor. Esse que é mal pago, desconsiderado, violentado, processado por pais, agredido por alunos. Sou escritor por ter tido professores dignos

Ministro Milton Ribeiro, deixe-me apresentar. Sou escritor, publiquei 46 livros, jornalista desde 1952, hoje cronista e pertenço a duas Academias, a Brasileira e a Paulista. Este breve curriculum se deve a quê? Aos professores que tive.

Todos de primeira linha, dedicados, cultos, apaixonados. Desde 1975, junto a outro escritor e acadêmico da Brasileira, Antonio Torres, atravessamos o Brasil. Convidados por professores, discutimos a formação de leitores e literatura. Estive várias vezes no Mackenzie, sua escola, levado por quem? Por professores que adoram seu ofício.

Ao longo destes 50 anos, conhecemos e nos relacionamos com mais de dois ou três mil professores que desdenharam outras profissões. Poderiam ter sido médicos, engenheiros, advogados, ministros, astronautas, cientistas, artistas, executivos, banqueiros, e daí em diante. Preferiram ser mestres. Ninguém vai ser professor sem paixão pelo ensino.

Deste modo, ao ler sua entrevista neste jornal, recentemente, levei um susto com sua escorregadela: “Hoje, ser professor é ser quase que uma declaração que a pessoa não conseguiu fazer outra coisa”. Ou seja, são pessoas que fracassaram. Em seguida, percebendo, o senhor tentou consertar: “É preciso a gente olhar com carinho maior para os professores”. Ou seja, uma no prego e outra na ferradura. Um tapa, um beijo. Afago e beliscão.

Ministro da Educação, Milton Ribeiro

Existem zilhões de profissões. Mesmo assim, o que se depreende de sua fala é que milhões acabaram sendo professores por incapacidade, preguiça, deficiência mental, incompetência, ignorância, burrice, analfabetismo? Exagero?

Como escritor, trabalhando com a imaginação exacerbada, conhecendo o absurdo da realidade tornei-me, segundo me definem curiosamente, “vidente”, profeta. Está em meu livro Desta Terra Nada Vai Sobrar…, publicado em 2018: “O Ministério da Educação foi eliminado, porque o governo decidiu que quem quiser estudar, estude onde quiser, como quiser, como puder, onde conseguir, se tiver vontade.” Antecipei Bolsonaro e o desmantelamento do Ensino. Há dois anos vivemos o caos educacional.

O senhor, Ministro, pertence a uma escola de elite em São Paulo, reconhecida pela qualidade. Quer dizer que os professores que dão aulas ali, e em todas as escolas do Estado, do País, foram dar aulas porque não acharam mais o que fazer? Ou é gente que sonhou e se formou para isso, estudou, batalhou à exaustão, conseguiu nível de excelência? Ou porque idealizaram mudar cabeças, melhorar o País e isso se consegue com educação?

Sei – e o senhor sabe – que o número de professores no país, em 2017, passava de 2,5 milhões, segundo revelou Carolina Gonçalves, da Agência Brasil. A maior parte dos professores é da educação básica, seguindo os do ensino superior, além dos que estão na zona rural.

Será que este número enorme é de gente que não conseguiu outro trabalho? Não puderam ser célebres no cinema, nem cientistas, caminhoneiros, artistas, garis, bombeiros, mestres de cozinha, modelos, publicitários, jornalistas, bailarinos, futebolistas, taxistas, assessores de políticos, de imprensa horticultores, balconistas, metalúrgicos, motoboys, vidraceiros, caftens, marceneiros, pedreiros, chapeiros de hambúrguer, agrimensores, bicheiros, pianistas, donos de papelaria ou de pastelaria?

Andou pelo Brasil, Ministro? Saiu dessa confortável poltrona em que o vejo sentado na foto do jornal? Esteve nas escolas rurais de Pirenópolis, interior do Goiás, onde professoras madrugam para dar aulas a filhos de camponeses? Embarcou nos barcos bibliotecas que partem de Macapá levando livros para escolas ribeirinhas sobre o Amazonas? Esteve com as professoras que conseguiram ensinar alunos rebeldes, tresloucados, filhos de marginais, na Casa Meio Norte, em Teresina, hoje modelo premiado?

Esteve – como estive – na escola da aldeia dos índios da tribo Canindé, no Ceará, e viu os jovens mantendo tradições e manipulando computadores com o pé no futuro? Ou acha, como o presidente, que os índios estão só queimando matas? Conviveu com professores dando aulas ao ar livre em Rio Branco, Acre, rodeados por jovens?

Testemunhou o trabalho monumental, voluntário, dos professores que a cada ano são voluntários nas Feiras de Livros de Ribeirão Preto, que chega à sua 20ª edição? Ou do esforço feito em Passo Fundo pelas Jornadas de Literatura de Tania Rösing e sua equipe? Jornadas extintas por dificuldades financeiras. Assombre-se, elas reuniam em cada sessão – e eram três por dia – seis mil professores formadores de leitores.

Ministro, não ignore o fundamento de uma nação, o professor. Esse que é mal pago, desconsiderado, violentado, processado por pais, agredido por alunos. Sou escritor por ter tido professores dignos. Percorra a nossa história e verá quantas figuras fundamentais (ou não) foram formadas por eles. Peça desculpas a essa gente, base da nação. Seu cargo é mais importante que o do presidente da nação. Não misture alhos com bugalhos, libere-se dos preconceitos e entre para a história colocando ordem na casa.

Ignácio de Loyola Brandão: Escritor e Jornalista – Publicado no caderno especial do Estadão no dia 30/09/2020

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Finalizando

“Bons professores são inestimáveis. Eles inspiram e entretêm, e você acaba aprendendo muita coisa mesmo sem se dar conta disso”

Nicholas Sparks: é um escritor, roteirista e produtor estadunidense

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-03/10/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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