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Grupo de Andres Sanches comete fraudes para inviabilizar perda de imoveis, após sucessivos golpes em instituições bancárias

andres pacaembu

Dentre os inúmeros golpes aplicados pelo grupo, composto na cúpula por familiares do Deputado Federal Andres Sanches (PT), publicamos, durante a semana, tomadas de empréstimos, com evidente intenção ilícita, em nome de José Sanchez Oller, primo do ex-presidente do Corinthians.

R$ 62 milhões, fracionados em ações de execuções com dezenas de vítimas.

Grupo de Andres Sanches “queima” nomes de parentes em golpe de R$ 62 milhões

Cientes de que enfrentariam problemas jurídicos, entre eles, arrolamento e penhora de bens, a “organização” decidiu, para inviabilizar os procedimentos de cobrança, realizar novas fraudes, desta vez modificando a propriedade dos imóveis em nome do primo de Andres Sanches.

Abaixo selecionamos um exemplo, repetido noutras matriculas ligadas ao grupo.

Trata-se do apartamento nº 41 do Edifício “Piazza di Roma”, luxuoso, com área total de 793 m², desde o dia 27 de julho de 1999, em nome de José Sanchez Oller e sua esposa.

No dia 15 de março de 2013, após condenação, uma delas, de R$ 5,1 milhões, tendo como credor o BIC Banco, o 15º Cartorio de Registro de Imóveis inseriu anotação de “existência de Ação de Execução de Título Extrajudicial”, no referido valor, em nome do co-proprietário do imóvel, o primo de Andres.

Em 17 de maio de 2013, Oller, para inviabilizar a perda do imóvel, decidiu doar 50% da propriedade a seus filhos, um deles de apenas 14 anos, conforme demonstra documentação exposta na matéria.

A fraude deu resultado, e o BIC Banco, no dia 16 de julho de 2014, com o calote corrigido para R$ 6,5 milhões, conseguiu penhorar apenas a “metade” do apartamento que tinha José Sanchez como proprietário, situação que impossibilita, ou dificulta, o recebimento da quantia devedora.

É passível, ainda, principalmente após a publicação desta reportagem, ação de investigação sobre fraudes realizadas pelo grupo de Andres Sanches, no intuito de burlar a cobrança do ônus de seus desvios de conduta, não apenas no imóvel referido, mas também noutros, todos manipulados para beneficiar e enriquecer, ilicitamente, a “organização”.

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