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Bolsonaro e os animais

O Congresso, depois de séculos de incivilidade, enfim aprovou uma lei que endurece a punição aos covardes que maltratam animais.

Agora, de zero dias na prisão, o sujeito pode pegar de dois a cinco anos.

De fato, apenas quatro meses, levando-se em consideração que, na execução penal, a progressão de pena se dá com um sexto do período completado.

Ou seja, apesar da melhora, trata-se de tempo irrisório diante do mal que possa vir a ser cometido.

Ainda assim, o presidente Jair Bolsonaro, que deveria sentir-se ‘protegido’ pela Lei (o leitor inteligente entenderá), reluta em sancionar a mudança:

“Dá para você entender o que são dois anos de cadeia? Dá para você entender uma pessoa ficar dois anos atrás das grades porque uma pessoa maltratou um cachorro? Lógico que temos pena do cachorro, ficamos tristes, a pessoa tem que ter uma punição, mas dois anos… Dois a cinco anos? […] Três anos de cadeia, em média, é pouco ou muito para quem maltrata um cachorro?”

Não era de se esperar, de fato, que um apoiador da tortura em seres humanos tratasse a covardia contra animais como algo relevante.

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1 comentário em “Bolsonaro e os animais”

  1. Bolsonaro é um desastre. Tem gente que comete horrores contra os animais. Bolsonaro é nazista mesmo gente! Estudem o que a direita radical é. Ela é desumana, egoísta, cruel e indiferente.

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