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Os documentos que comprovam como o São Paulo perdeu R$ 25,1 milhões em apenas cinco meses

No dia 13 de fevereiro de 2018, o São Paulo recebeu carta do Dalian FC, da China, endereçada ao diretor de futebol Alexandre Pássaro, contendo proposta oficial para a compra dos direitos econômicos do jogador Cueva.

12 milhões de Euros, sendo 5 milhões de Euros quitados dez dias após a liberação da documentação e 7 milhões de Euros até 30 de junho de 2018.

O clube chinês assumiria, também, o pagamento de comissão ao agente João Camacho, no valor de 10% (1,2 milhão de Euro).

A Cueva foi oferecido três anos de contrato com direito a apartamento, carro, passagens aéreas para a família e generosos 3 milhões de Euros anuais.

Na cotação atual, R$ 18,8 milhões, ou seja, R$ 1,5 milhão ao mês.

A proposta, que corresponderia, em valores da presente data, a R$ 75,3 milhões, foi inacreditavelmente recusada.

Passados apenas cinco meses, o Tricolor vendeu Cueva para a Rússia por 8 milhões de Euros (R$ 50,2 milhões).

Uma perda de R$ 25,1 milhões.

Soma-se ao dinheiro jogado fora mais 10% de futura transação do atleta que os chineses comprometeram-se a dar ao São Paulo.

Difícil prever o montante, mas, como exemplo, em janeiro de 2020, o Krasnodar repassou Cueva ao Santos por 6 milhões de Euros, que colocariam, nas condições propostas pelo Dalian, mais R$ 3,7 milhões nos bolsos tricolores.

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