O vergonhoso bloqueio de R$ 5 mil das contas do Corinthians para pagar ‘rolo’ de Andres Sanches, Rosenberg e Ronaldo Fenômeno

A história é conhecida, mas vale a pena ser relembrada: em 2014, durante a gestão Mario Gobbi, Corinthians e Ronaldo ‘Fenômeno’ decidiram não pagar a comissão do intermediário Paulo Sérgio Palomino que levou o patrocínio da Hypermarcas à camisa do clube.
O calote virou processo, com derrota infringida aos que tentaram ser mais espertos do que a esperteza.
Por decisão judicial, clube e jogador tiveram que arcar com 10% de seus rendimentos sobre o negócio.
Descobriu-se, então, que, de R$ 6,2 milhões pagados pela Hypermarcas, o Timão ficou com apenas R$ 18 mil (menos de 1%), enquanto Ronaldo embolsou R$ 6,182 milhões (99,7%).
Um escândalo!
Há quem desconfie que Ronaldo, desde então sócio do presidente Andres Sanches em diversos empreendimentos, entre os quais filiais do bistrô ‘Paris 6’, possa ter dividido a fortuna com o cartola alvinegro e também com Luis Paulo Rosenberg, que finalizou a transação.
Palomino, na ação de execução da sentença, ofereceu tabela com cálculo atualizado (até janeiro de 2020) da pendência (principal, juros e demais correções):
- patrocínio: R$ 14.377.828,61
parte de Ronaldo: R$ 14.355.840,26
parte do Corinthians: R$ 41.988,35
- 10% comissão Palomino:
parte de Ronaldo: R$ 1.433.584,02
parte do Corinthians: R$ 4.198,83
Logo na sequência, Ronaldo, assim que intimado, quitou a pendência.
Vexame deu o Corinthians, que, apesar de notificado, precisou, no dia 28 de julho, ter R$ 5.038,59 bloqueados no Banco Santander, valores que somente ontem (26) foram transferidos a Palomino.

