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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Não prometa no plural, o que nunca foi capaz de fazer no singular”

Adágio de: Júlio Ramos da Cruz Neto

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SAFESP largado

Única e exclusivamente por culpa dos associados que acreditaram nas juras de fidelidade propagadas por Aurélio Sant’Anna Martins e Regildenia de Holanda Moura, lideres da chapa que tomou posse no dia 08/01/2020

Sustentando

Cito a continuada agressão ao Art. 5º do Regulamento Eleitoral,

Quanto

A não convocação da assembleia geral que deveria analisar as contas ano 2019 e projeção para o ano 2020.

Somado

Ao insensato nomear do não associado e ex-árbitro José Aparecido de Oliveira para representar a entidade junto ao STJ da FPF no quadriênio 2020/2024.

Tendo autoestima

Cabe ao associado não bajulador, não dependente das possíveis escalas,

Tomar

A decisão de procurar os ministérios públicos competentes objetivando a possibilidade da fiscalização nas administrações SAFESP dos últimos 15 anos.

Modelo de boa administração direcionada ao presidente SAFESP “licenciado”

Através meios de comunicação, invariavelmente, tomo conhecimento dos feitos da Associação de Árbitros de Piracicaba e Região (AAPR), presidida pelo ex-árbitro e segundo colocado no pleito SAFESP 2019.

Que

Desde sua volta ao cargo de presidente AAPR, junto aos seus diretores proporciona aos associados diversos tipos de convênios, distribuição de cestas básicas e

Aulas

Sobre regras e comportamento ministradas por ex-árbitros.

Compendiando

Acorde associado SAFESP

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Disputa final da Série A1 do Paulistão 2020

Sábado 08/08

Palmeira 1 x 1 Corinthians (no tempo normal)

Disputa por penalidades máxima

Palmeiras 4 x 3 Corinthians

Contagem que consagrou a equipe do Palmeirense Campeã da Serie-A1 do Paulistão 2020

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA)

Assistente 01: Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA)

Assistente 02: Miguel Cataneo Ribeiro Costa

Quarto Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA)

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral

Item Técnico

Com placar de Palmeiras 1 x 0 Corinthians; Luiz Flavio de Oliveira em cima do fato, com muita personalidade, de pronto, apontou a marca da cal,

No

Momento que o palmeirense Gustavo Gomes derrubou o corintiano Jô;

Penalidade

Batida por Jô findada no fundo da rede palmeirense, igualando o placar.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para palmeirenses e 03 para corintianos, bem aplicado.

Remato

Apesar dos agitamentos perpetrados por covardes que improvisam nomes fictícios nas páginas internet;

Luiz Flavio de Oliveira

Psicologicamente não se abalou, encarando a situação com sangue frio.

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Brasileirão 2020 – Primeira Rodada da Série A

Domingo 09/08

Santos 1 x 1 Red Bull Bragantino

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)

Assistente 01: Felipe Alan Costa de Oliveira (MG)

Assistente 02: Ricardo Junio de Souza (MG)

VAR

Emerson de Almeida Ferreira (MG)

Item Técnico

Trabalho normal dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: Correto para Ricardo defensor do Red Bull Bragantino

Quarta Feira 12/08 – 2ª Rodada da Série A do Brasileirão 2020

Atlético-MG 3 x 2 Corinthians

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (FIFA-RJ)

VAR

Carlos Henrique Cardoso de Souza (RJ)

Item Técnico

1º – Assistente 01: Luiz Claudio Regazone (RJ) errou por ter apontado posição de impedimento do atleticano Hyoran no momento que mandou a bola profundo da rede corintiana;

VAR

Após verificar, responde: jogada legal, dando validade ao primeiro gol atleticano.

2º – Placar apontava Atlético 3 x 2; desta feita, corretamente, assistente Luiz Claudio Regazone sinalizou posição de impedimento do atacante Hyoran no instante que mandou a bola profundo da rede.

Excluindo

Lances acima: árbitro e assistente não foram exigidos.

Item Disciplinar

Aceitável

Cartão Amarelo: Correto para Gabriel defensor corintiano

Quinta feira 13/08

São Paulo 1 x 0 Fortaleza

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

VAR

Daniel Nobre Bins (RS)

Item Técnico

No inicio da segunda etapa, após rebote de defensor são-paulino,

Redonda

Bateu na mão direita do atleta Juninho integrante do Fortaleza, que, dominou e mandou profundo da rede;

VAR

Comunicou a Leandro Vuadem, que, sem pestanejar: apontou a infração do atacante.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para equipe mandante e 02 para visitante

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Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos

Nova Neuza F.C.

Fundação 01.01.1950

Instituído pelos irmãos Queiroz: Chico, Berto, Mané e Albino,

Contíguo

Aos irmãos Silva: Carlos, Adalberto e Preá;

Acoplados

Com Oswaldo, Zeca e outros altruístas.

História

O fim da atividade do Bandeira Paulista dividiu seus seguidores em duas turmas, fundadoras de duas agremiações;

Turma

Que frequentava a Padaria de propriedade da Sra. Cacilda componente da família Silva, que, houvera dado a luz de uma menina batizada Neuza, conhecedora que o pessoal ali reunido objetivava formatar time de futebol,

Sugeriu

Aos reunidos que batizassem a futura agremiação com o nome da recém-nascida, em homenagem a menina recém-nascida.

Havendo

Aquiescência a proprietária ofertaria o primeiro uniforme.

Concordância

Dos presentes oficializou a nome Nova Neuza F.C.

Destacando

O distintivo que lembra Santos F.C. ficou mais barato para bordar

Na

Década de sua fundação (1950) a equipe Nova Neuza F.C. somou 147 partidas invictas;

Enaltecendo

O título ‘Campeão do Certame Varzeano’ do ano 1958.

Fotografia e nome de alguns dos integrantes da equipe Nova Neusa F.C. consagrada Campeã do Campeonato Varzeano ano 1958

Em Pé: Vovô, Caludo, Adalberto, Oswaldo, Berto Queiros, Barriga e Iderito Queiroz;

Agachados: Toninho, Roberto, João da Ponta e Chico Queiroz.

Nos

Anos 1960 os aguerridos futebolistas componentes do Nova Neuza F.C. permaneceram invictos por 119 contendas;

Ano 1965

Somado a outras grandes agremiações da nossa saudosa várzea,

Os

Aguerridos defensores do conjunto Nova Neuza consagraram-se Campeões do 1º Torneio Manoel Martinho organizado pelo Flamengo da Vila Maria.

Perda

Do campo e sede localizados nas margens do Rio Tiete devido à progressividade da cidade de São Paulo;

Dissolveu

Os suados e históricos troféus ali guardados;

Crendo

Que foram esparzidos entre os diretores, jogadores e simpatizantes.

Retorno

Do Nova Neusa F.C. nos campos de futebol e atividades sociais ocorreu no início dos anos 1970;

Sendo

Futebol no campo dos adversários,

Item social

Alugando um salão para realização de bailes e festas semanais;

Adicionado

A outros eventos objetivando arrecadar fundos para comprar galpão mirando lado social,

E

Ônibus para transporte dos jogadores;

Todavia

O presidente da época traindo a confiança de todos fugiu com o dinheiro, forçando nova paralização das atividades.

Renascendo

No meio da década 1980 tão-somente com o futebol, jogando no campo adversário por oito seguidos anos;

Por

Volta da metade da década 1990, Flamengo da Vila Maria gerou o Torneio Manoel Martinho para veteranos,

Convidado

Pelos organizadores o brioso time de veteranos do Nova Neuza F.C. depois de várias partidas tornou-se Campeão

Segue

Alguns profissionais e defensores das equipes de base que defenderam o brasão do Nova Neuza F.C.: Pichu (C.A. Ypiranga e Francana), Néo (Tupã e Santa Cruz das Palmeiras), Nena e Carioca (Base São Cristóvão do RJ), Chico Queiroz, Zeca, Pixaim e Caludo (Base Portuguesa de Desportos), Lima (Corinthians, Cruzeiro e Boca Juniors), Cerejeira (SAAD), Chupeta (São José), Canhoto (Base Corinthians), Babão (Base Portuguesa de Desportos), Virgílio e Ricardo (Base Juventus), Carlos (Base do Santa Cruz);

Menção

Honrosa direcionada ao Iole, verdadeiro craque dentro e fora do campo de jogo, querido e reconhecido por todos integrantes e entusiasmados pelo Nona Neuza F.C.

Concluindo

Na época presente, ex-jogadores, familiares e amigos uma vez ano comprovam a amizade.

Observação

Exteriorizo sinceros agradecimentos aos amigos: Iderito Queiroz e Manoel Cardoso Neto, por terem cooperado com preciosas informações da trajetória social e futebolística da sempre querida agremiação Nova Neuza F.C.

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Aviso

Senhores dirigentes dos clubes amadores que queiram colaborar com este espaço deixem mensagens no site: http://blogdopaulinho.com.br, ou no whatsapp (11) 98402-3121, deixando número do celular para que eu possa dar retorno (lembrando que não se trata de matéria paga como ocorre noutros locais), ou seja, nada será cobrado, mas sim de conteúdo jornalístico com intenção de imortalizar a rica história das agremiações.

Política

A responsabilidade de cada um

A Nação não há de esquecer os nomes dos que lhe faltaram na hora mais grave

Na primeira manifestação pública de um membro do governo após o País ter ultrapassado a brutal marca de 100 mil mortes por covid-19, o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou que “isso (a maior tragédia nacional em mais de um século) não é apenas um número”. Durante a cerimônia de inauguração de um centro de testagem de amostras para o novo coronavírus na sede da Fiocruz, no Rio, Pazuello disse que “não foi 95 mil, 98 mil, não foi 100 ou 101 mil que vai fazer diferença (sic).

O que faz a diferença é cada um brasileiro que se perde”.

Com boa vontade, depreende-se da confusa mensagem do ministro interino que ele tenha tentado transmitir solidariedade. Seja como for, é evidente que a catástrofe não se resume a números e que cada vida perdida importa tanto para os familiares e amigos das vítimas como, coletivamente, para toda a Nação. Mas números são importantes para dar a dimensão do sucesso ou do fracasso das políticas públicas que foram adotadas – ou deixaram de ser – para conter o avanço da pandemia no Brasil. E esses números são muito claros para atestar a incompetência do governo Bolsonaro para coordenar os esforços nacionais.

Quando o general Pazuello assumiu a pasta da Saúde interinamente, há 89 dias, o País contava 14,8 mil mortos por covid-19. Sob sua assim chamada gestão, o número de vítimas fatais da doença cresceu, até o momento, nada menos do que 600%. Não surpreende que só agora o ministro interino tenha passado a defender que “as medidas preventivas de afastamento social são medidas de gestão dos municípios e dos Estados, e nós apoiamos todas elas”.

Primeiro, Pazuello precisa esclarecer o emprego do pronome “nós”. “Nós” quem, ele e o presidente Jair Bolsonaro? Ainda estão frescos na memória dos brasileiros os motivos que levaram o presidente a demitir os dois antecessores de Pazuello no Ministério da Saúde. Tanto Luiz Henrique Mandetta como Nelson Teich perderam o cargo porque defendiam posições opostas às de Jair Bolsonaro para o bom enfrentamento da emergência sanitária, em especial a ênfase no isolamento social. Quando o ministro interino passa a defender publicamente essa política, ou Bolsonaro mudou de opinião ou Pazuello está com os dias contados na Esplanada.

Há poucos dias, o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. Parte da responsabilidade pelo descontrole da pandemia no País seria do ex-ministro, como se Mandetta tivesse feito parte de um outro governo, não do dele. A verdade é que desde o início da pandemia no Brasil o presidente se ocupou mais de se eximir da elevada responsabilidade que lhe cabe como chefe de governo do que da coordenação nacional das medidas de contenção dos danos provocados pelo coronavírus no País. Trata-se de atitude vergonhosa para alguém que ocupa o mais elevado cargo do Poder Executivo.

Em abril, logo após o STF reconhecer a competência concorrente da União, dos Estados e municípios em ações para combater a pandemia, tal como dispõe a Constituição, Bolsonaro foi ao Twitter para distorcer a decisão e afirmar que “o STF determinou que as ações diretas em relação ao covid-19 (sic) são de responsabilidade de Estados e municípios”. Bolsonaro segue politizando a questão, quando deveria estar governando. Há poucos dias, mandou elaborar um relatório vinculando o número de mortes a cada um dos governadores com os quais tem diferenças políticas. Ele pode seguir com seu jogo, mas a Nação não há de esquecer os nomes dos que lhe faltaram na hora mais grave.

Uma das mais distintivas qualidades de um genuíno líder é a coragem de não fugir de suas responsabilidades nos momentos de crise. Como civil, Jair Bolsonaro já deveria saber disso quando decidiu concorrer à Presidência da República. Tanto mais por ter atrelado até o limite da desfaçatez a sua imagem à do Exército Brasileiro, Força da qual saiu em desonra. Líder tíbio é uma contradição em termos.

Opinião do Estadão publicada na pagina A3 do dia 12/08/2020

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Finalizando

“O pior cego não é aquele que não quer ver, o pior cego é aquele que vê e se faz de parvo”

Adágio de: Helaine D Ventura

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 15/08/2020


Em Tempo

Por conta de problemas na geração de internet na redação do Blog do Paulinho, com sinal insuficiente para a gravação à distância, a versão em vídeo da coluna não será publicada nesta semana, retornando no próximo sábado.

Desde já pedimos desculpas pela inconveniência.


*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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