O estranho comportamento do Palmeiras no ‘caso Rony’

De todos os envolvidos na confusão que levou o jogador Rony a ser suspenso, pela FIFA, por quatro meses, e o Athlético/PR a ficar duas janelas sem poder inscrever jogadores, espanta o comportamento Palmeiras.

Primeiro porque, previamente avisado do problema, o clube pagou uma fortuna (R$ 36,5 milhões) num jogador complicado na Justiça por descumprir contrato e abandonar a equipe com quem firmou acordo.

O caso era tão evidente que até o Corinthians, notoriamente ‘flexível’ com negócios enrolados, desistiu da contratação.

Depois, porque esse mesmo atleta foi dispensado por deficiência técnica do Botafogo pelo mesmo diretor que agora o acolhe no Verdão.

Por fim, além da evidente depreciação, quem indenizará o clube sobre o mês em que o atleta não poderá jogar futebol?

O salário será descontado?

Ou alguém por detrás de todo o negócio poderia ficar melindrado?

A turma que lucra em cima do jogador é a mesma que infelicitou o Cruzeiro, meses atrás, contribuindo para seu rebaixamento:

Fala-se agora em recorrer para que Rony possa entrar em campo contra o Corinthians.

Não seria melhor deixá-lo, desde já, cumprindo a sentença no irrelevante paulistinha do que perdê-lo no Brasileirão?

Talvez a necessidade de vitrine imediata possa ser uma explicação.

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