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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Há pessoas que facilmente retiram o que disseram como se retira uma espada do ventre do seu adversário”

Jules Renard: foi um escritor francês

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Fiquem atentos associados SAFESP

O prazo para prestação de contas ano 2019 da gestão Arthur Alves Junior/ Leonardo Pedalini e finanças, comandada por Carlos Donizetti Pianosqui

Por determinação

Federal deverá ser cumprido, definitivamente, no dia 30/06/2020;

Espero

Que as denúncias referente às diversas irregularidades propagadas por Aurélio Sant’Anna Martins, Regildênia de Holanda Moura e demais componente da diretoria durante a campanha eleitoral venham à tona

Juntando-se  

As publicadas nas páginas de internet e falas dos associados que tenham ou não, participado da diretoria comandada por Arthur Alves Junior

Para tanto

Faz-se necessário que se munam de comprovantes ou fortes indícios das irregularidades, não apresentando:

Sugiro

Tendo o mínimo de recato, que não prossigam com o nojento ‘diz que diz’

Vez que

Na hora do vamos ver, expressando acovardamento, ficam caladinhos

Atitude

Por mim sempre combatida desde os tempos que frequentei a escola de árbitros da FPF nos anos 1971/72.

Remato

Inquirindo ao jurisconsulto e presidente do SAFESP Aurélio Sant’Anna Martins:

Vai ou não vai renunciar a verba de representatividade?

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Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos

C.R.D.C. Clube Recreativo Duque de Caxias

Fundado em 31/03/1947, no bairro de Vila Maria Alta, por Jaques Gallo, Walter S. Vicentini e José Barone

Dentre os três

Prevaleceu o nome Jaques Gallo na condição de primeiro presidente desta tradicional e querida agremiação do futebol varzeano da cidade de São Paulo

Conquistas

Campeão invicto do Torneio Manoel Martinho realizado na Vila Maria, em 1968

Teve

Intenso participar no saudoso ‘Torneio Desafio ao Galo’ e ‘Super Galo’ dirigido por Nelson Arruda, televisionado pela antiga TV Record da família Paulo Machado de Carvalho.

Presentemente

As atividades do Clube Recreativo Duque de Caxias estão adormecidas

Contudo

Wagner Roberto da Silva atual presidente está finalizando as obras da nova sede, que será inaugurada brevemente.

Observação

Meu generoso agradecimento ao amigo Noé Silveira, antigo diretor técnico, por ter resumido o lindo histórico da coletividade duque-caxiense

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Política

Brasil Preconceituoso

Segue excelente matéria do professor Caio Possati Campos, psicólogo pela USP e estudante jornalismo na PUC de Campinas publicada no Blog do Juca Kfouri no dia 05/06/2020, intitulada:

Miguel não caiu. Miguel foi empurrado

Se um coração bate aí dentro, não é pra você continuar bem ou indiferente depois de saber o que aconteceu com Miguel, menino de 5 anos que morreu ao cair do nono andar de um prédio no Recife, enquanto procurava pela sua mãe, Mirdes.

E já nem era pra estar depois das mortes de Ágatha e do João Pedro, também crianças que perderam a vida depois de serem atingidas por disparos de armas policiais, igualmente responsáveis por assassinarem o músico, Evaldo Souza, e o catador de material reciclado, Luciano Macedo, com “acidentais” 80 tiros no ano passado – pra não dizer tantos outros casos.

Só que Miguel não morreu pela brutalidade da força policial. E, acreditem, não foi pela negligência da patroa de sua mãe, Sari Côrte Real, que não teve a paciência para cuidar do filho de sua funcionária por alguns minutos e, assim, conduzi-lo para o caminho que destinou à morte da criança.

Porque não foi um caso isolado. Foi uma coisa montada, construída.

Miguel morreu pela existência de uma estrutura no Brasil que faz uma mulher negra, quase que na obrigatoriedade de uma lei, passear com o cachorro da patroa, enquanto a patroa livra-se da responsabilidade de cuidar filho da mulher negra com a mesma indiferença que descartamos um objeto no lixo.

Por uma estrutura que, mesmo em tempos de pandemia e isolamento social necessário, obrigou Mirdes a continuar limpando o chão dos patrões, mesmo depois do marido de Sari, o prefeito de Tamandaré, Sergio Hacker (PSB), ter afirmado que testara positivo para a Covid-19.

Por uma estrutura que obrigou Mirdes a levar o filho para o trabalho porque as creches e escolas estão fechadas e ela não teria com quem deixá-lo.

Miguel morreu porque, no Brasil, 20 mil reais é o preço que uma pessoa rica paga para responder em liberdade depois de tirar o futuro de uma vida negra.

Miguel caiu do nono andar porque a burguesia despreza as classes pobres. Não as toca. É indiferente, tira sarro e é insensível às vidas que não pertencem ao mundo dela e que não circulam nos mesmos espaços, senão as que estão ali para servi-la.

Uma burguesia que ama se autopromover como humanitária com doações e trabalhos voluntários, mas que torce o nariz para programas sociais do Estado e não vota em governos que propõem planos para diminuir a miséria, a pobreza e a fome.

Não são todos assim, obviamente.

Mas sei que existem pessoas que funcionam desse jeito porque cresci, vivi, vivo e convivo nos biomas das classes média e rica. Já dei risada, joguei bola, estudei, trabalhei e sentei na mesma mesa que elas para comer, e conheci muita gente parecida com a Sardi que minha cabeça construiu.

Só que mesmo vivendo sempre nesse ambiente, não tenho todas as respostas para as perguntas que eu comecei a fazer de uns anos pra cá. E uma delas é: por que os ricos, no bálsamo de uma vida privilegiada e confortável, têm tanto ódio?

Ódio a quê? E ódio a quem?

Por uma criança de 5 anos que, dentro de um repertório de linguagem ainda em construção, só tentava expressar o desejo de estar perto de sua mãe?

Eu não sei.

E um, ou vários deles, empurrou Miguel.

Mas sei que esse ódio, racista e muito brasileiro, existe e tem muitos braços – na polícia, na presidência, na sociedade civil.

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Finalizando

“Eu te julgo eu te oprimo eu te descarto eu te infernizo eu te prometo nunca para de fazer o mal, Eu sou o Preconceito”

Adágio de: Alyson Thiago

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-06/06/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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