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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Muito difícil é lidar com alguém arrogante! A arrogância é como uma barreira provocadora de antipatia!”

Oseias Faustino Valentim – Pensador

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No dia 17/04/2020 somaram 100 dias da nova diretoria SAFESP

Tempo satisfatório para cumprir parte do inserido na campanha eleitoral vitoriosa da chapa “O SAFESP é dos Árbitros” liderada por Aurélio Sant’Anna Martins, um dos poucos ‘fenômenos’ do direito deste Brasil brasileiro.

Destaco alguns itens que deveriam ter sido iniciados ou exercidos e publicados no site da entidade:

a – Comprovação detalhada da acusação atribuída à diretoria anterior que o caixa da entidade estava arrasado

b – Convocação da Assembleia Geral Extraordinária para revisão do Estatuto Social e dos Regimentos objetivando mais democracia e seguir a lei

c – Ação para modernizar a entidade e a criação de práticas de gestão e controles

d – Ouvir os associados federados e amadores, bem como árbitros de todo estado que queiram associar-se

Consta no programa eleitoral que sendo vencedora a gestão será baseada nos princípios constitucionais da administração pública, que são:

. Legalidade;

. Impessoalidade;

. Moralidade;

. Publicidade: e

. Eficiência.

Seguramente

Por estar exercendo a atividade ‘Analista de Campo’ nas contendas oficiais da Federação Paulista de Futebol, a vice-presidente Regildênia de Holanda Moura fere múltiplos princípios acima citados;

Dentre estes

Analista de campo nas contendas oficiais, sabedora que suas anotações vão beneficiar e prejudicar associados

Como

Fere o artigo de Regimento Eleitoral que impede de ficar na diretoria da entidade quem atuar no futebol profissional

Advertindo

Que Regildênia de Holanda Moura operou como assessora nas contendas profissionais da CONMEBOL e é instrutora técnica do futebol feminino da instituição sul-americana

Por último

Virtuosíssimo presidente Aurélio Sant’Anna Martins e douto jurista; continuo esperando resposta para pergunta:

Vai ou não renunciar a verba de representatividade?

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Política

A grande cartada

Com quebra do isolamento, Bolsonaro joga o destino dele e de milhões. O futuro dirá

O presidente Jair Bolsonaro jogou sua maior cartada na última quinta-feira, 16, ao demitir Luiz Henrique Mandetta, o ministro mais popular do seu governo, e substituí-lo por Nelson Teich, que vai começar tudo de novo com a função de dar um cavalo de pau na política do isolamento social – ou, como disse Bolsonaro, “redirecionar a posição do governo e dos 22 ministros”.

O recado teve endereço certo: os ministros, particularmente os superministros Paulo Guedes e Sérgio Moro, que apoiam, ou apoiavam, a posição de Mandetta, do Ministério da Saúde, da OMS e de todos os países desenvolvidos do mundo pró-isolamento social como a melhor forma de conter a contaminação e, consequentemente, as mortes pela covid-19.

Ainda no carro, a caminho do Ministério da Saúde para se despedir, Mandetta me disse num rápido telefonema que a derradeira conversa com Bolsonaro foi “cordial, gentil”. “Eu não posso entregar o que ele me pede”, conformava-se. “Vem aí uma dinâmica social totalmente nova, que muda tudo”, explicou, desejando sorte ao “Nelson, como é mesmo o nome dele?”. “Que Deus nos ajude a todos”, concluiu.

Para amenizar o cavalo de pau, ou o “redirecionamento”, como anunciou o presidente, ou a “nova dinâmica social”, como chama Mandetta, o dr. Nelson Teich tratou de deixar claro que a flexibilização do isolamento virá, mas não será “brusca nem radical”.

Isso pode ser bom, se significar cautela, dentro da técnica e da ciência e com base sólida de dados, como prometeu. Mas pode ser ruim, se ele esperar para agir só depois de “um diagnóstico da doença”, de um trabalho de inteligência e de uma massificação de testes (como? de onde?) que, em resumo, pode corresponder a começar do zero. No meio da pandemia? Com o número de mortos batendo em 2 mil pessoas? Emergência é emergência.

Mandetta se vai, aliás, com alta aprovação popular, mas a pandemia fica e, o pior, o presidente Jair Bolsonaro e suas manias também ficam. O novo ministro conseguiu arrancar o compromisso do presidente de parar com provocações, de causar aglomerações, tocar pessoas nas ruas sem máscara, pular de absurdos em absurdos públicos? Provavelmente sim, o que vai confirmar que, mais do que uma questão “técnica e científica” em torno da quebra do isolamento, a birra de Bolsonaro era pessoal, contra Mandetta, e política, por ciúme da sombra que o ministro lhe fazia.

Mandetta sai da Saúde e entra nas bolsas de apostas políticas, mexendo, sobretudo com o tabuleiro do DEM, seu partido e dos presidentes da Câmara e do Senado e do mais novo adversário do presidente, Ronaldo Caiado (GO). Mas o que interessa nesse momento não é política, é saúde, vida, combate ao coronavírus e o equilíbrio de tudo isso com economia, empresas e empregos. Um equilíbrio delicadíssimo, agora nas mãos de Nelson Teich. Mas com Bolsonaro mandando.

A quebra do isolamento é certa, mas é preciso saber como, quando, em que bases. E como Teich, muito respeitado no ambiente médico, vai tratar a questão, que exige não só liderança na equipe da Saúde, que não terá dificuldade em conquistar, mas também negociação com governadores, o Congresso e, eventualmente, o Supremo – que estão em pé de guerra com Bolsonaro. Teich tem de ter estratégia e também se familiarizar com a máquina e a política.

Outro grande embate entre Bolsonaro e Mandetta era em torno da cloroquina como a varinha de condão. Alguém notou que o presidente nunca mais falou nisso? E que a cloroquina foi a grande ausente dos discursos no derradeiro dia de Mandetta na Saúde? Pode ser, pode não ser, mas parece que Bolsonaro perdeu essa. Quanto à quebra do isolamento, ao qual o destino de Bolsonaro e de milhões está atrelado, o futuro dirá.

Jornalista Eliane Cantanhêde – Publicado no Estadão do dia 17/04/2020

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Finalizando

“Você não consegue escapar da responsabilidade de amanhã esquivando-se dela hoje”

Abraham Lincoln – foi um político norte-americano que serviu como o 16° presidente dos Estados Unidos

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-18/04/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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