Sobre o passaporte paraguaio de Ronaldinho Gaúcho

Sempre amparado por lamentáveis, entre os quais o próprio irmão, Ronaldinho Gaúcho juntou à sua coleção de vexames na vida pessoal uma prisão, no Paraguai, por posse e utilização de passaporte falso.
A desculpa utilizada seria a de facilitar negócios no país vizinho.
É pouco provável que seja verdade.
Respondendo a diversos processos no Brasil, inclusive na vara criminal, não seria nada irreal supor que, no período em que Ronaldinho chegou a ter passaporte retido, por ordem judicial, alguns de seus ‘colaboradores’ tenha lhe sugerido a adoção do documento fajuto, com cidadania paraguaia, facilitador de possível fuga ao exterior.
Devem ter pensado: ‘quem vai consultar o passaporte do Ronaldinho?”
Como se alguém com a fama do ex-atleta tivesse a possibilidade, ainda que o plano desse resultado, de se ocultar em qualquer lugar do planeta.
Recentemente, em conversa com gente ligada ao staff de Ronaldinho, o comentário sobre ele foi o seguinte: “trata-se de um sujeito legal, mas muito burro… os caras levam ele fácil na conversa”.
Os fatos parecem comprovar esse pensamento.
Trata-se de um caso que, além de prejudicar, pessoalmente, a figura de Ronaldinho, envergonha o Brasil no exterior já que o ex-jogador foi nomeado ‘Embaixador do Turismo’ pelo complicado governo Bolsonaro.



oi
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