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Jorge Jesus e cartolas desrespeitaram os torcedores do Flamengo ao beijarem as mãos de Bolsonaro

Ontem (17), a diretoria do Flamengo, representada pelo presidente Rodolfo Landim, além dos desfrutáveis Luiz Eduardo Baptista (vulgo BAP) e Marcos Bráz, ‘beijou as mãos’ do presidente Jair Bolsonaro e de seu ministro Paulo Guedes.

Simbolicamente, ligaram o clube ao Governo.

Nada que surpreenda a quem acompanha o histórico de vida dessa gente, capaz de relacionamentos comerciais com corruptos notórios, como Eike Batista (no caso de Landim) ou de sentar-se às mesas com empresários de jogadores bem generosos.

Lamentável é ver, com eles, o treinador Jorge Jesus, representante, na ocasião, do orgulho do torcedor rubro-negro, em grande parte massacrado pelo Governo Bolsonaro.

É aí que se faz necessário separar o homem do ídolo.

Jesus, treinador, é digno de rasgados elogios, bem diferente do homem que, de maneira nada ética, é parceiro de agentes, como Kia Joorabchian.

Não à toa consegue dar a mão, sem nausear, para apoiadores de atrocidades.

O Flamengo não é deles, mas sim da massa popular que, por eles, foi desrespeitada.

Não há institucionalidade que justifique aproximar um clube da grandeza do Flamengo de políticos fadados a entrar para a latrina da história.

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1 comentário em “Jorge Jesus e cartolas desrespeitaram os torcedores do Flamengo ao beijarem as mãos de Bolsonaro”

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