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Solidariedade a Patricia Campos Mello

Neste imundo bastidor que cerca o governo Bolsonaro, as mentiras contadas pelo depoente Hans River, endossadas por um dos deploráveis filhos do Presidente, objetivando difamar a jornalista Patrícia Campos Mello, desviando a atenção do objeto principal da CPI das Fake-News, não podem ficar por isso mesmo.

Ainda bem, setores relevantes da imprensa já se manifestaram, embora nem todos, como deveria ser.

O ataque, além de mentiroso, é embasado em preconceitos usuais entre os que circulam nas rodas do poder.

É inaceitável que qualquer pessoa utilize-se de mentira quando confrontado em CPI, mais ainda quando novos crimes são juntados aos já existentes, num mesmo episódio.

Logo após o ‘teatro’, Patrícia comprovou, embora não fosse necessário aos que a conhecem, sua inocência, publicando trechos de conversas com o mentiroso.

Resta agora aguardar, e cobrar, as ações policiais necessárias.

Hans River agiu como bandido e assim deve ser tratado, daqui por diante.

Do filho de Bolsonaro, que possui licença para mentir, concedida pelas imunidades inerentes ao cargo que infelicita, não poderia se esperar outra coisa.

Ótimo para o currículo de Patrícia que deveria sentir-se, nesse caso, difamada, somente se tivesse sido elogiada pelo sujeito.

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