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Craque Davó fora da Libertadores?

No início de 2019, noticiamos que o agente Fernando Garcia, irmão de Paulo Garcia, dono da Kalunga, adquiriu os direitos do atacante Davó, então no Guarani, pagando R$ 800 mil ao Bugre.

Erramos.

O valor real era ainda menor: R$ 700 mil, segundo documentação apresentada pelos campineiros em recente ação de cobrança promovida contra o clube.

Acertamos, porém, quando dissemos que, em 2020, o jogador estaria no Corinthians, fruto da notória promiscuidade que marca a relação entre o intermediário e os cartolas alvinegros.

A ‘ajuda’ de Garcia (é assim que costumam justificar seus negócios no Parque São Jorge) rendeu-lhe R$ 2 milhões, ou seja, R$ 1,3 milhão de lucratividade.

É estranho observar, porém, que o departamento de futebol alvinegro, que julgou necessária a contratação de Davó, a esse custo, mesmo tendo assinalado apenas dois gols na temporada anterior, não tenha relacionado o atleta para a principal disputa do Corinthians neste ano, a Libertadores da América.

Certamente porque o treinador julgou desnecessário ou pouco relevante o reforço.

Fica cada vez mais nítido que o objetivo principal era, de fato, esquentar o currículo do atleta para depois revendê-lo, utilizando-se da marca ex-jogador do ‘Corinthians’, em benefício claro de quem estiver envolvido no negócio.

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