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Leco leva o São Paulo do vanguardismo ao preconceito

Recentemente, o São Paulo ingressou na Justiça com ação contra o Governo Federal para não ser obrigado, como previsto em Lei, a vender meia-entrada a estudantes, idosos, deficientes, e pessoas de baixa renda em geral.

O processo corre no TRF-3 e ainda está pendente de julgamento.

Além da evidente idiotice, porque é claro que o resultado do pleito será o insucesso, trata-se de qualificador claro da incapacidade de seus dirigentes de compreenderem o objetivo primordial do esporte, que é a união de todas as camadas da sociedade.

É através do futebol que ricos e pobres, ao menos durante os 90 minutos do Tricolor em campo, permanecem iguais nas alegrias e sofrimentos.

Os problemas, de ambos, são deixados de lado pelo amor ao clube de coração.

Dificultar a presença de estudantes, então, é a personificação da estupidez.

Obviamente com dificuldades financeiras, por conta do custo de seus cursos, os jovens que frequentam escolas e universidades serão os grandes consumidores do amanhã.

Obstar idosos e deficientes, então, chega a ser inqualificável, mas, ao menos, coerente com o caráter, em regra, da cartolagem nacional.

Falar em perda de dinheiro, quando a diferença de valores apresentada nas meias-entradas sequer é notada por clubes estruturados, capazes de conseguir recursos por meios diversos, amplamente conhecidos pela sociedade, trata-se de retórica manipuladora absolutamente sem verdade.

Os últimos dez, dos 90 anos do São Paulo, cada vez mais revelam-se atrasados, incompetentes, desonestos e indignos da linda história passada de um clube que era reconhecido, até há pouco, pelo vanguardismo.

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