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Andres Sanches decide pagar multa de R$ 5,2 milhões à parceira suspeita do estádio de Itaquera

No dia 03 de setembro, a empresa Tejofran, que prestava serviços na Arena de Itaquera, ingressou com ação de cobrança contra o Corinthians.

R$ 5.218.975,27 era o valor reclamado.

O processo foi protocolado na 4ª Vara Civil do Tatuapé.

Os donos da credora são os empresários Antônio Dias Felipe e Simão Dias Felipe (embora exista constante troca de nomes nos documentos oficiais), ambos investigados pela Policia Federal, CADE e MPF por crimes diversos, entre os quais o apelidado ‘propinoduto tucano’.

Fraudes em licitações e retorno de dinheiro contratado, em forma de propina, aos contratantes, seriam, segundo os investigadores, especialidades da dupla em questão.

Recente auditoria, realizada pelo Arena Fundo, gestor do estádio de Itaquera, descobriu que o valor da mensalidade cobrada pela Tejofran, que prestava serviços de manutenção no estádio desde antes da inauguração, era 47% superior ao praticado no mercado (quase R$ 500 mil mensais).

A cobrança jurídica da Tejofran referia-se a multa contratual por rompimento, supostamente, unilateral de contrato.

Diferentemente doutros casos, em que o Corinthians empurra com a barriga os pagamentos, por vezes até bem depois de todos os recursos julgados, nesse o presidente Andres Sanches decidiu pagar a dívida, antes mesmo de realizada a primeira audiência.

A homologação do acordo se deu no último 29 de novembro, ocasião em que o processo foi transitado em julgado.

Sanches deve possuir razões, talvez inconfessáveis, para dar tratamento diferenciado aos amigos da Tejofran.

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