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Empresas investigadas pela Polícia Federal querem R$ 5,2 milhões do Corinthians por rompimento de contrato

Na última terça-feira (03), duas empresas, a Tejofran e a Power Segurança e Vigilância, ingressaram com ação de cobrança contra o Corinthians, por calotes em supostos serviços prestados à Arena de Itaquera.

O valor cobrado é de R$ 5.218.975,27.

A ação foi protocolada na 4ª Vara Civil do Tatuapé.

Os donos das credoras são os empresários Antônio Dias Felipe e Simão Dias Felipe (embora exista constante troca de nomes nos documentos oficiais), ambos investigados pela Policia Federal, CADE e MPF por crimes diversos, entre os quais o apelidado ‘propinoduto tucano’.

Fraudes em licitações e retorno de dinheiro contratado, em forma de propina, aos contratantes, seriam, segundo os investigadores, especialidades da dupla em questão.

Recente auditoria, realizada pelo Arena Fundo, gestor do estádio de Itaquera, descobriu que o valor da mensalidade cobrada pela Tejofran, que prestava serviços de manutenção no estádio desde antes da inauguração, era 47% superior ao praticado no mercado (quase R$ 500 mil mensais).

Sem alternativa, o clube indicou a Manserv, que permanece, a custo bem menor, até os dias atuais.

A cobrança jurídica da Tejofran e da Power Segurança (que foi trocada por razões semelhantes) trata-se de multa contratual por rompimento unilateral de contrato, já que, por razões óbvias, se houve pagamento não contabilizado, como sugere o histórico dos envolvidos, o acerto não se dará pelas vias tradicionais.

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