O merecido tetra-campeonato Mundial dos EUA

De maneira absolutamente justa, a Seleção Feminina dos EUA superou a esforçada equipe da Holanda, por suficientes dois a zero, conquistando, pela quarta vez, a Copa do Mundo de Futebol.
O jogo foi quase todo disputado com as americanas no campo ofensivo, e as holandesas, diante de tamanho desafio, portando-se eficientemente na marcação.
Quando os EUA conseguiam superar as adversárias, a goleira Van Veenendaal, segura, realizava defesas espetaculares.
Somente na segunda etapa, por conta de grande azar da zagueira Van der Gragt, que tentou cortar uma bola levantada na área e atingiu a americana Morgan, o placar, enfim, saiu do zero.
O pênalti foi convertido por Rapinoe, aos 15 minutos, com a categoria habitual.
Daí por diante, com as holandesas precisando partir para o ataque, as americanas deitaram e rolaram no contragolpe.
Num deles, Lavelle deu números finais à partida.
O placar só não foi maior porque os EUA, com a vitória praticamente garantida, exageraram em dribles e desperdiçaram, ao menos, mais três claras oportunidades de gol.
Uma conquista que premia o país que mais respeita e investe no futebol feminino, diferentemente doutros, como o Brasil, em que as jogadoras somente são lembradas apenas em período de Olimpíadas e Mundiais, quase sempre para servir de muleta aos políticos e cartolas de plantão.
