Tite segue espancando a lingua portuguesa entre uma ou outra bajulação a Neymar

“Quando a gente fala imprescindível, isso não quer dizer insubstituível. É imprescindível pela qualidade no grupo. Mas insubstituível ninguém é, em lugar nenhum, em nenhum posto”
(TITE analisando a importância de Neymar, ontem, em entrevista coletiva)
O treinador Tite, mais uma vez, comportou-se de maneira constrangedora em entrevista coletiva da Seleção Brasileira.
Refém de Neymar desde que passou a tratá-lo com peso diferente doutros convocados, ao ser questionado sobre a mudança da braçadeira de capitão, agora com Daniel Alves, deixou claro que trata-se de algo temporário, ao abrir a possibilidade do posto voltar a seu antigo “proprietário”.
Quase um retratação pública a quem lhe comanda, quando, por hierarquia, deveria ser o comandado.
Para piorar ainda mais a submissão, Tite seguiu, como de hábito, espancando a lingua portuguesa, mas sem perder a pose de erudito.
Ao dizer que Neymar é “imprescindível”, mas não “insubstituível”, o treinador sequer se deu conta de que as palavras representam a mesma coisa, sinônimas em qualquer dicionário, apesar da obviedade dispensar qualquer tipo de verificação.

É muito patético a tentativa de passar pano no Neymar. E de puxar o saco do cara fingindo que “são todos iguais”.