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Diretor do Corinthians se livra de condenação após prisão por posse ilegal de armas

André Negão, Desembargador Ademir Benedito e Sergio Janikian

Em 22 de março de 2016, a “Operação Xepa”, da Polícia Federal, desdobramento da famosa “Lava-Jato”, levou o então vice-presidente do Corinthians, André Negão, sob condução coercitiva, para prestar esclarecimentos sobre acusação de ter embolsado propina da Odebrecht para facilitação de sobrepreço no estádio de Itaquera.

Na mesma data, o cartola recebeu voz de prisão por posse ilegal de armas, encontradas em buscas na sua residência.

Após pagar fiança, Negão foi liberado.

Diz o Art. 89 da Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995:

“Nos crimes em que a pena mínima cominada for igual ou inferior a um ano, abrangidas ou não por esta Lei, o Ministério Público, ao oferecer a denúncia, poderá propor a suspensão do processo, por dois a quatro anos, desde que o acusado não esteja sendo processado ou não tenha sido condenado por outro crime, presentes os demais requisitos que autorizariam a suspensão condicional da pena (art. 77 do Código Penal )”

  • 5º Expirado o prazo sem revogação, o Juiz declarará extinta a punibilidade”

Três anos depois, André Negão, agora diretor administrativo do Corinthians, ao menos no processo da posse de armas, teve sua punibilidade extinta, livrando caminho para candidatar-se não apenas à presidência do clube, mas também às próximas eleições municipais, em que deverá tentar o cargo de vereador.

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