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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Até pelo modo de olhar se conhece o homem devasso”

Leon Tolstói – foi um escritor russo

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Encucado com ao débito do SAFESP referente ao ISS cobrado pela prefeitura da capital na gestão João Agripino da Costa Doria Junior, popular João Doria; ingressei no site do sindicato encontrando:

Razão Social

SINDICATO DOS ARBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DE S P

CNPJ

51.736.908/0001-07

Data da abertura

03/10/1979

Status da empresa

Ativa

Natureza jurídica

311-5- Entidade de Mediação e Arbitragem

Registro oficial do SAFESP comparado com Registro do Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo

Observação

Repare o diferencial no espaço grifado

Possivelmente

Tenha sido este fundamento do qual a prefeitura se amparou

Atendidos os requisitos legais são isentos do ISS:

A Lei 16.127/2015, que concede isenção do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS aos serviços prestados na área de transporte metropolitano, saúde, educação, habitação de interesse social e iluminação pública, por meio de parceria público-privada, ao serviço de transporte público de passageiros realizado pelas empresas que exploram o sistema metroviário no Município de São Paulo, e aos serviços prestados por organizações sociais por meio de contrato de gestão com o Poder Público, bem como remite créditos tributários e anistia infrações tributárias, nos termos e condições que especifica.

A partir de 1º de janeiro de 2009, conforme a Lei 14.864/2008, os profissionais liberais e autônomos, que tenham inscrição como pessoa física no Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM), quando prestarem os serviços descritos na lista do “caput” do art. 1º da Lei 13.701/2003, com as alterações posteriores, não se aplicando o benefício às cooperativas e sociedades de profissionais (leia as Perguntas e Respostas sobre essa isenção).

As construções e reformas de moradia econômica, como tal definidas em lei (Lei 10.105/1986, artigo 4º).

Empresas a que tenham sido outorgadas, pela Companhia Municipal de Transportes Coletivos (CMTC), termos de permissão para exploração do serviço de transporte coletivo de passageiros, por ônibus, no Município, bem como às empresas contratadas para o mesmo serviço, nos termos das Leis 8.424/1976, e 8.579/1977 (Lei 8.593/1977, artigo 1º).

As prestações de serviços efetuadas por associações culturais e as desportivas, sem venda de “poules” ou talões de apostas (Lei 6.989/1966, artigo 61, com a redação da Lei 7.410/1969) – até 2006.

Recurso jurídico

Objetivando contestar o cobrado pela prefeitura, é dever e obrigação da diretoria do SAFESP usar dados legais que estejam à disposição

Responsabilidade

Tem que ser dividido por todas as diretorias

Inaceitável

Por ser período eleitoral que se jogue nas costas do Artur Alves Junior, atual presidente e candidato a reeleição, esquecendo-se dos seus antecessores

Culpado

Respeitando o cargo de principal representante dos árbitros, no dia seguinte do aceite referente cobrança da prefeitura, Arthur Alves Junior deveria ter postado o fato no site da entidade para que os associados tomassem conhecimento; como não o fez, é merecedor de criticas

Ciente

Segundo afirmativa de conhecido divulgador da arbitragem de futebol, era do seu conhecer que o SAFESP está sendo cobrado pela prefeitura da capital

Indiscreto

Gostaria de saber por qual motivo não os noticiou

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17ª Rodada alusiva à primeira das duas partidas finais do Paulistão 2019

Domingo 14/04

São Paulo 0 x 0 Corinthians

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira

Assistente 01: Marcelo Carvalho Van Gasse

Assistente 02: Emerson Augusto de Carvalho

Árbitro de Vídeo

Marcio Henrique de Gois (VAR)

Daniel Paulo Ziolli (AVAR1)

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (AVAR2)

Item Técnico

Sucederam dois episódios reclamados penalidade máxima por defensores das equipes litigantes; explico e ajuízo

Não concordo

1º – Com a reclamação indevida por defensores são paulino alegando ter sido ocorrido penalidade máxima após a redonda ter tocado no braço esquerdo do corintiano Ralf: vez que,

– a distância de um para outro era pequena, seguido do claro movimento de encolha do braço efetuado por Ralf

Anuo

2º – reclamações dos defensores corintianos referente penalidade máxima no instante que Henrique foi puxado pela camisa por um dos tricolores

Não concordo

Quanto a possível posição de impedimento do corintiano Wagner Love, vez que:

– Henrique foi puxado no momento que subia para cabecear a redonda e, Wagner Love estava bem distante do ocorrido

Ressaltando

Luiz Flavio Oliveira foi acionado, ouviu a opinião dos componentes do VAR; errando,

– por não ter ido até o aparelho de TV para rever os lances

VAR Poltrão

Exatamente assim agiram os componentes do até aqui avacalhado VAR, instrumento técnico que deveria elucidar duvidas, como também, clarear ao árbitro central lances que o mesmo não tenha tido visão total, como no caso do lance do corintiano Henrique

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensor são-paulino e 01 para corintiano

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Política

Autoritarismo e ignorância

O ódio se transformou em política de estado. A ignorância se metamorfoseou em mérito. A ameaça virou moeda. É a barbárie do extremismo direitista

O fantasma do autoritarismo ronda novamente o Brasil. Desta vez, por paradoxal que pareça em plena vigência da mais democrática das constituições brasileiras, a de 1988. Os sinais são evidentes. Tudo começou com o processo de desmoralização das instituições do estado democrático de direito pelo PT. Foram estendidos ao limite os liames institucionais. A tomada do aparelho de estado pelo petismo não encontra paralelo na nossa história. Estabeleceu o saque organizado da coisa pública, socializando os ganhos com os partidos que davam sustentação ao projeto criminoso de poder. Esse foi o ponto máximo do socialismo petista: a divisão — desproporcional, claro — do butim oriundo do erário.

A permanência desse processo por mais de uma década e a revelação do modus operandi por meio, principalmente, da operação Lava Jato, permitiu, de um lado, corromper toda a estrutura estatal. Pela primeira vez na nossa história, um projeto de poder se espalhou por todas as esferas do Executivo e alcançou até o Judiciário. Esta solidez foi abalada pela ganância da máquina petista. Foram com muita sede ao pote — além de prejudicar antigos esquemas de corrupção. A volúpia acabou levando os camaradas ao desastre. Por outro lado, acabou revelando a pobreza ideológica das lideranças do campo antipetista. Tudo se resumiu, especialmente no biênio 2015-2016, em denunciar as mazelas da dupla Lula-Dilma. Nada mais que isso. Dos movimentos pelo impeachment nasceram líderes, com raras exceções, identificados com o extremismo político. E do campo empresarial — que já teve como líder Roberto Simonsen, autor de “História Econômica do Brasil” — surgiram gestores que mal conseguem articular uma tuitada. São liberais dignos de uma ópera bufa, proxenetas ideológicos, néscios modernos.

Assim como no futebol, o vazio é ocupado. No nosso caso foi pelo extremismo direitista. O ódio se transformou em política de estado. A ignorância se metamorfoseou em mérito. Quanto mais ignorante, melhor. Transplantaram para o Brasil ideologias exóticas produzidas pelos reacionários americanos. As instituições democráticas passaram a ser vilipendiadas. O direito à alteridade foi negado. A ameaça virou moeda rotineira dos embates políticos. Utilizam-se da injúria. Usam palavras de baixo calão como conceitos sociológicos. É a barbárie institucionalizada. Ameaçam tomar completamente o poder. Ainda é tempo de reagir.

Marco Antônio Villa: é historiador, escritor, professor universitário e comentarista da Jovem Pan – Publicado na Edição nº 2573 da Revista IstoÉ  

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Autorização

Antes de renovar o Passaporte Diplomático concedido por Dilma Rousseff para Edir Macedo, um dos notabilizados vendedores do inserido no livro maior do cristianismo e principal dono do Bingo Universal, que pouco labutou (se é que o fez) e bilionário ficou; Bolsonaro deveria colocar o Ministério da Fazenda e Policia Federal para investigar e bem investigado como consegui tamanho patrimônio.

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 20/04/2019

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar em nosso canal do YouTube.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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