Dez mortes depois, a Prefeitura do Rio decidiu agir contra as irregularidades do CT do Flamengo

Após anos com os olhos fechados, sabe-se lá por quais motivações, a Prefeitura do Rio de Janeiro decidiu, enfim, que o CT do Flamengo, nomeado “Ninho do Urubu”, não poderia estar funcionando.
Dez mortes foram necessárias para a realização do óbvio, ou seja, lacrar os portões.
Dentre as diversas irregularidades, o Flamengo manteve o CT funcionando, mesmo após a interdição, em outubro de 2017; construiu alojamento sem licença e autorização; recebeu 31 multas por falta de alvará, das quais deixou de pagar 21.
O comportamento de ambos precisa ser duramente punido, com a responsabilização não apenas das instituições (Flamengo e Prefeitura), mas também das pessoas que permitiram, alguns por descaso, outros, talvez, por corrupção, uma tragédia que poderia ter sido evitada.
