Corinthians contratou Lucão para ajudar Giuliano Bertolucci/Kia Joorabchian

Afastado do São Paulo não apenas por deficiência técnica, mas também pelo comportamento extra-campo, o zagueiro Lucão foi contratado pelo Corinthians, supostamente “sem custo”.
Faz um ano que o jogador não disputa uma partida profissional.
Seu último jogo ocorreu em março de 2018, quando, emprestado ao Estoril de Portugal, perdeu para o Braga por seis a zero.
Os portugueses tinham a opção de compra sobre 80% dos direitos do atleta, por R$ 7,4 milhões (o São Paulo permaneceria com 20%), mas, insatisfeitos, abriram mão do negócio.
De lá para cá, além de ficar encostado, operou o joelho esquerdo, sem que se saiba ainda o resultado efetivo de sua recuperação.
O contrato de Lucão com o Tricolor venceria em junho, mas tamanho era o desgosto do clube com seu desempenho que nem pensou duas vezes ao ceder 60% dos direitos econômicos ao rival alvinegro, permanecendo com 40%, apostando no objetivo proposto pelo negócio: esquentar currículo no Corinthians para revendê-lo, com algum lucro, a centros menos relevantes da Europa, desobrigando-se ainda a pagar os salários de R$ 150 mil mensais até o meio do ano, que ficarão agora a cargo do alvinegro.
Por que o Corinthians embarcou nessa roubada ?
A versão oficial, em que ninguém acredita, é a de que tratava-se de um pedido pessoal de Fábio Carille.
Nos bastidores, basta verificar o nome do agente envolvido na transação para que não se tenha dúvida da motivação: Giuliano Bertolucci, ligado a Kia Joorabchian, ambos sócios do presidente alvinegro Andres Sanches.
A incredulidade na torcida do São Paulo foi tamanha que basta simples passada de olhos nas mídias sociais para constatar postagens de alegria e alívio ao fornecer ‘reforço” ao adversário.
