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Retrato da má-gestão de futebol no São Paulo

Excetuando-se a Copa Sul-Americana de 2012, espécie de segunda-divisão do continente, desde 2008, com a conquista do Brasileirão, o São Paulo não consegue um título relevante para retirar a poeira de sua grandiosa sala de troféus.

São quase 11 anos de fracassos, acompanhados de evidente desestruturação administrativa de um clube que sempre se apresentou como modelo a ser seguido no futebol brasileiro.

De lá para cá, o Tricolor teve apenas três presidentes, um deles, comprovadamente ladrão.

À partir deste, o trem, que já vinha descarrilhando fazia tempos, definitivamente sucumbiu, com reflexos claros em todos os departamentos, mas, principalmente, no futebol.

De 2009 até o presente momento o São Paulo teve dezoito trocas de treinadores.

Esse comportamento acaba por inviabilizar qualquer trabalho eficiente, deixando eventuais boas campanhas – cada vez mais raras, à cargo da sorte, do acaso.

Treinaram o Tricolor nos últimos anos: Muricy Ramalho, Ricardo Gomes, Sergio Baresi, Carpegiani, Adilson Batista, Leão, Ney Franco, Paulo Autuori, Muricy Ramalho (nova passagem), Juan Carlos Osório, Milton Cruz, Doriva, Edgardo Bauza, Ricardo Gomes (nova passagem), Rogério Ceni, Dorival Junior, Diego Aguirre e André Jardine.

Seriam todos incompetentes ou receberam de seus dirigentes más condições de trabalho (incluindo elenco abaixo do padrão da história tricolor) ?

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1 comentário em “Retrato da má-gestão de futebol no São Paulo”

  1. Todos incompetentes: afinal, quais títulos conquistaram esses treinadores após deixarem o São Paulo?

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